REVIEW DOCTOR WHO S09E05 - THE GIRL WHO DIED

E se você descobrisse que a morte é uma habilidade?

PODCAST #18 - POR QUE ASSISTIR DOCTOR WHO ♥

Aqui discutimos sobre o porque Doctor Who, considerada a série mais antiga viva deve ser assistida. Vamos ouvir?

CRÍTICA AO FILME: PERDIDO EM MARTE

Que tal dar uma espiada na nossa mais nova crítica?

CRITICA DO LIVRO: ATÉ O FIM DA QUEDA

Que tal parar pra ler um pouco de literatura nacional fantástica?

SEMANA DO TERROR

Gostosura ou travessura? Essa semana trazemos nada mais nada menos que calafrios de te tremer a espinha. Que tal dar uma olhada em nossas travessuras diárias? Clica vai!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Crítica: O Jogo da Imitação


“Às vezes, as pessoas de quem não imaginamos nada, são aquelas que fazem as coisas que ninguém imagina”. Essa é frase que permeia o longa, e acaba por ensinar a nós e aos protagonistas que a ajuda pode vir dos lugares ou das pessoas que menos esperamos.
O filme que procura contar a história do matemático Alan Turing, nos remete a um tempo de guerra em que mesmo fora dos campos de batalha se pode atuar como um soldado. A missão de Turing é decifrar todos os códigos nazistas, da indecifrável Enigma. Nessa corrida contra o relógio, a equipe de criptógrafos deve pôr suas vidas nas mãos do matemático, que está por construir uma máquina capaz de criptografar qualquer coisa.
A película que foi indicada a 8 Oscars, é capaz de nos dizer, que não é mais um telefilme, mas uma parte da história, na qual diretor norueguês Mortem Tyldum faz questão de não esquecermos. As atuações de Benedict Cumberbatch e Keira Knightley são o destaque do longa, não obstante, Mark Strong e Charles Dance não ficam atrás desempenhando com exatidão e fluidez seus personagens. Outro ponto importante foi a infância de Alan Turing, um menino gênio autointitulado “agnóstico a violência”, vítima de bullying e apaixonado por seu melhor amigo de colégio e que cresceu em um sujeito arrogante, insubordinado e inapto no trato social, embora não seja ignorante a ponto de não saber portar-se diante de seus pares. Dessa forma, o longa foi capaz de demonstrar o lado humano do matemático com instantes de sensibilidade, ainda transmitindo a sensação não de ser incapaz de compreender as sutilezas do uso da linguagem e ironias da inflexão verbal, mas de que não dá a mínima a rodeios em sua preferência de conversas diretas – como o computador que viria a construir e, sobretudo, o teste elaborado para identificar se um interlocutor é um homem ou uma máquina.

O roteiro de Graham Moore é digno de ser objeto de estudo. O mesmo consegue uma harmonia interessante entre o drama histórico e a cinebiografia; através das aspirações de Turing e ao mesmo tempo narrar o quebra cabeça posto pelos nazistas, que se decodificado poderá encurtar a guerra em pelo menos dois anos. Entretanto, os diálogos muitas das vezes parecem inconstantes com frases repetitivas, apesar de algumas serem inspiradas trazendo o lado mais humano do matemático. E infelizmente a trilha sonora de Alexandre Desplat não enaltece a trama como deveria.

Como o filme deixa claro nos créditos finais, entre 1885 e 1967 cerca de 49 mil homens foram condenados por serem homossexuais no Reino Unido – essa orientação sexual era vista como crime. Turing, realmente, acabou tendo o passado resgatado. Mas nunca saberemos tudo que ele poderia ter feito pela ciência se não tivesse passado por aquela situação.

Nota: 8,5

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Crítica Foxcatcher

Não é todo dia que se vê um ator de comédia com uma versatilidade imensa como Steve Carell, assim, esse, demonstra a sua força interpretativa mais uma vez em Foxcatcher. O filme trata sobre o campeão olímpico Mark Schultz (Channing Tatum) que é chamado pelo milionário John du Pont (Steve Carell) para integrar e liderar a equipe Foxcatcher de luta para os jogos olímpicos de Seoul em 1988.
 O primeiro grande ponto do filme são as maravilhosas atuações do trio principal, que conduz 99% da narrativa. Steve Carell, Channing Tatum e Mark Ruffalo, que interpreta o irmão de Mark e também é campeão mundial, tem demonstrações espetaculares.  Desde trabalhos pelo corpo até olhares, são performances que não serão esquecidas tão facilmente. Em segundo lugar, a direção muito boa de Bennett Miller colabora muito para o desenvolvimento da trama. Utilizando os planos abertos e fechados em momentos perfeitos, o longa fica devidamente bem conduzido. Além disso, vale destaque para o roteiro muito bem feito e trabalhado e para a fotografia, que compõe eficazmente o clima que a película quer passar, sendo muito introspectiva.
 Os pontos fracos de Foxcatcher começam com a trilha sonora. Essa que pouco aparece e quando se demonstra vem de forma bem fraca, as vezes até atrapalhando o andamento da estória. Mais uma falha foi a inserção de situações secundárias sem nenhuma utilização na linha narrativa principal. Além disso, o maior erro foi a edição e consequente a ela, o ritmo. Um filme que não se torna arrastado por pouco, mas que possui cenas extremamente maiores do que deveriam ser em certas ocasiões. Com isso, a duração poderia ser diminuída pelo menos em 20 minutos.
O final do longa é extremamente impactante e inesperado. Com acontecimentos verídicos, a estória vai se tornando cada vez mais diferente e bizarra. Assim, vai o aviso: Se você não sabe os acontecimentos reais da vida de Mark e David Schultz, não procure na internet, pois o spoiler vai ser grande.
Foxcatcher é um filme extremamente interessante e diferente em sua maneira de contar os acontecimentos. Com uma direção muito boa e atuações excelentes, mas com um ritmo extremamente lento, a película mostra que poderia ser um pouco melhor. Apesar disso, deveremos ver ele com certeza nas listas de melhores filmes do ano e isso leva a uma grande questão: Por que não está indicado como melhor filme no Oscar?


Nota: 8,3/10

sábado, 24 de janeiro de 2015

Podcast nº1: Filmes que ninguém conhece, mas que todos deveriam ver!





Olá pessoal! Está começando nosso primeiro podcast! E sabe os filmes que você nunca ouviu falar e sua amizade cinéfila fala dele e você fica "WTF?". Então, Ultra Boy, Zekken, Líreth e Ilúvatar indicam alguns desses maravilhosos filmes pra vocês. Ouçam!


Podcast Nº2: SCOTT PILGRIM! Contra o cinema e as HQ's




Você é viciado em Scott Pilgrim ou simplesmente é curioso em saber se vale a pena ou não ler/assistir? Então você esta no lugar certo meu caro! Ultra Boy, Zekken, Líreth e Ilúvatar falam um pouco sobre o filme e os quadrinhos!
Inaugurando nosso segundo podcast nada mais nada menos que Scott e Ramona para nos alegrar e entusiasmar com as suas aventuras!
Que tal pegar uma xícara de café e sentar aí que já vem história?


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Um dos eternos chegou ao fim

Aziraphale e-mail: aziraphale.lucius@yahoo.com.br


                                              Um dos eternos chegou ao fim

Salve, salve galera, aqui quem ta invadindo o grupo é o Aziraphale, vim de um mundo distante, há alguns anos luz da Terra, resolvi entrar em contato especial e falar sobre algo que merece ser comemorado, afinal existem algumas obras eternas em publicação lá no nosso querido Japão.
Seja por que são extremamente longas caso de One Piece do senhor Oda, seja por que o autor tem um ritmo mais lento de produção, nesse ponto entram o senhor Togashi e seu Hunterxhunter, o senhor Miura e seu Berserk, o senhor Hagiwara e seu Bastard e o que vim escrever, o senhor Sadamoto e seu Neon Genesis Evangelion ou apenas Eva para os fãs, então o senhor Sadamoto saiu dessa lista, já que no fim do ano passado, mais precisamente em novembro, terminou sua famosa obra.
               Publicado no Brasil por duas editoras, de inicio a editora Conrad publicou a obra até a edição 10 em formato meio-tanko, aquele formato em que cada edição original japonesa era dividida em duas brasileiras, logo a última edição no Brasil da Conrad foi a de numero 20 lançada em 2006, a editora começou a publicar a obra em 2001, com o fim da editora, por razões nunca 100% explicadas e que podemos discutir no futuro próximo em um podcast, caso queiram, muitos de seus títulos foram encerrados, ou leia-se cancelados, títulos como One Piece, já citado, Monster, do senhor Urasawa, Vagabond do senhor Inoue, entre muitas outras ficaram sem ter um fim, e o manga Eva estava entre eles, mas como todas as grandes obras não ficam muito tempo sem ver a luz do dia, a grande maioria das obras acharam novas casas. One Piece, Dragon Ball, Monster, acabaram indo para editora Panini, Vagabond está sendo publicado pela Nova Sampa, que também possui os direitos de Slam Dunk publicado completo pela Conrad, mas que se encontra com vários números esgotados, já a JBC editora pegou os direitos de Cavaleiros do Zodíaco e o famoso Evangelion, que voltou a ser publicado em 2010, 4 anos após a última edição pela Conrad, a JBC ainda conseguiu um feito, vindo a concluir o fim do manga junto com 17 países além o Japão em novembro do ano passado. Porém antes a Conrad ainda possuía os excelentes Blade- Lâmina do imortal, Sancturay, Delivery Service of Corpse, e nada mais nada menos do que Nausicäa do mestre Miyazaki, todos incompletos e sem opção os fãs além das importações, quem sabe uma boa alma que leia isso, não seja próximo a uma editora e consiga uma dessas obras, não custa tentar né...
               Mas enfim sobre o Eva, o título passou das mãos da Conrad para JBC que publicou o fim dele, além do relançamento completo da obra com o formato tanko, igual ao Japão, tendo mais quatro edições tanko e oito meio-tanko, (ao todo a série teve 14 edições tanko, ou 28 no caso do meio tanko) a série em publicação desde 1995 era considerada eterna pelo ritmo lento do autor Yoshiyuki Sadamoto, que escrevia em torno de uma edição por ano, um numero considerado bem baixo ao padrão japonês, a obra Evangelion também não era de sua criação e sim do Studio Gainax e mais precisamente do senhor Hideaki Anno, um dos donos do estúdio e gênio por trás da obra.

               Também existe o fato de que a obra foi criada por duas vias, uma a animação lançada em outubro de 1995 e finalizada em março de 1996, totalizando 26 episódios com a visão do senhor Anno da idéia criada por ele e o manga iniciado no mesmo ano com a visão do mangaka Sadamoto da obra, ou seja, são duas visões de uma mesma trama, que tem diversas diferenças, além desse detalhe a obra gerou um grande rebuliço com inúmeros fãs que a idolatram e compram tudo o que é lançado sobre ela, desde jogos e actions, até itens como travesseiros e coisas do gênero, já que é uma obra com um bom grau de fan-service (quando o autor do manga ou anime usa artifícios como mostrar uma leve nudez feminina para o publico masculino, porém nada muito forte, algo como um agrado a esse público) então estender o máximo possível uma fonte desse porte de lucros para o estúdio, é algo que seria considerado até natural, afinal se você estivesse ganhando milhões todo mês com venda de produtos e licenças de uma criação sua, não ia querer estender isso o máximo que pudesse? Sem contar que fizeram uma nova versão do anime, chamado Rebuild of Evagelion constituídos por quatro filmes lançados no Japão anualmente, onde 4° filme provavelmente vai estrear esse ano de 2015 no Japão. Logo magicamente as duas obras acabam praticamente juntas, fechando com chave de ouro, essa saga, uma das mais psicológicas, emocionais e depressivas, porém geniais que já tive o prazer de ler e assistir, por fim vale lembrar que também foi lançado um manga shoujo da serie, que foi publicado no Brasil integralmente pela Conrad (Evangelion Iron Maiden 2nd da mangaka Hayashi Fumino, com seis edições, mas 12 pela Conrad que são basicamente os personagens da série tendo problemas de cunho afetivo como uma série shoujo genérica. 


Se ficaram curiosos com um pouco de empenho ainda é possível achar ela completa em sites da internet como comix, estante virtual e o mercado livre a preços razoáveis.) Além do filme The End of Evangelion que explica melhor o final da animação de 1995. Caso não conheçam a série no momento ela é extremamente fácil de ser encontrada completa pela JBC em formato tanko, em sites de HQs, como Comix, Loja anime pró, pointhq, metropolis, banca 2000, são alguns exemplos. Quanto ao anime de 1995, existem algumas lojas que possuem a versão fansub, porém é facilmente encontrado na internet completo já a versão Rebuild, foi lançado as partes um e dois no Brasil, porém sem anúncios das partes três e quatro, infelizmente as partes um e dois no momento encontram-se difíceis de serem encontradas em mídia física, porém facilmente na internet se acha, com certeza vale a conferida. É isso, texto enorme e Aziraphale deixa vocês para voltar ao meu planetinha por hora, já que nos encontramos e tudo mais senta aí que lá vem história, tome um chá preto com torradas também. Que tal xD

domingo, 18 de janeiro de 2015

Crítica 2ª temporada de House of Cards

“Bem vindo de volta” é a frase que Frank Underwood diz e que mais sintetiza a segunda temporada dessa série espetacular. Uma temporada que tem um primeiro episódio digna de todas as premiações possíveis, não vem de brincadeira. Uma “pena” ter como adversário o impecável episodio Ozymandias de Breaking Bad pela frente, possivelmente o melhor episódio já feito para uma série de TV.
 A volta a Washington começa bem de onde houve o fim da primeira temporada. A corrida dos Underwood já faz o telespectador abrir um sorriso, pois sabe que muitas coisas ainda virão. A série continua num nível de roteiro brilhante. Cenas um pouco mais arriscadas na sua direção também poderão ser vistas e que elevam ainda mais o nível da direção, já muito elogiada em seus 13 primeiros episódios. As atuações parecem que atingem patamares ainda maiores. Kevin Spacey tem cenas tão geniais e memoráveis que me fizeram aplaudir de pé em alguns momentos. Robin Wright parece que se sente ainda mais a vontade como Claire e com o aumento da participação da atriz nos faz descobrir mais segredos da personagem. As adições de personagens secundários também colaboram muito para o andamento do enredo e conhecimento de estratégias dos protagonistas.
 Nessa segunda temporada é possível haver ainda mais relações de admiração e ódio por Frank, ainda mais depois do desenrolar dos acontecimentos do fim da primeira temporada. Com os demais personagens também sentimos o mesmo, mas com o protagonista do seriado a situação se torna ainda maior.
 Os erros desses outros 13 episódios são bem parecidos. A trilha sonora, apesar de um pouco melhor, continua bem apagada e essa poderia ser de total importância em alguns momentos chaves. A fotografia continua com sua irregularidade que chega até em certos momentos tirar o clima das cenas. Mas, o ponto adicional a falhas dessa temporada vai para quantidade excessiva de subtramas que em certos momentos atrapalha na percepção da série. O grande problema também nesse meio são que essas subtramas são comandadas por atores, em certos momentos, não tão bons ao nível dos dois personagens principais, o que tira até um pouco do interesse nessas situações.
 No mais, House of Cards tem uma segunda temporada que mantém magistralmente o nível da primeira e tem em seus 1º e 13º episódios não só os melhores da temporada, como os melhores do seriado, até agora. O grande finale faz o telespectador estar tão envolvido que esse aplaude a cena naturalmente.
Com isso, percebe-se que com muitos mais acertos do que erros, House of Cards se mantém como uma das melhores séries da atualidade e devia ser extremamente bem observada para os apreciadores dos seriados de televisão.

Nota: 9,2/10


sábado, 17 de janeiro de 2015

Crítica Whiplash

Sempre que filmes na qual a música é muito utilizada aparecem, minha atenção vem a tona para estes. Com Whiplash não é diferente, mas o longa se difere na sua maneira de contar sua excepcional história. Essa película conta a história de Andrew (Miles Teller), que é um jovem baterista e sonha em marcar seu nome na música, como seus grandes ídolos. Após conseguir entrar para a turma principal da melhor escola de música dos Estados Unidos, Andrew terá pela frente seu professor, Terence Fletcher (J.K. Simmons), que possui métodos abusivos para buscar o máximo de seus alunos.
 Os pontos positivos de Whiplash não param. A começar pelas atuações. Todas estão muito bem feitas e realizadas, mas o grande destaque vai para J.K. Simmons que atinge níveis absurdos. Outro lado extremamente positivo é a direção de Damien Chazelle. O filme tem uma consistência maravilhosa e as cenas em closes muito grandes são extremamente perfeitas. Além disso, a fotografia ajuda constantemente a contar a história. As cenas com o plano mais escuro demonstram uma tensão e quando mais claro demonstram certa “alegria” do protagonista. Isso tudo é encaminhado pelo roteiro perfeitamente realizado.
 Um ponto a parte são as músicas e a trilha sonora. Para os fãs de Jazz, o filme é um prato cheio, mas mesmo para os que não são fãs desse estilo, a película prende atenção nas partes musicais sempre. A trilha sonora compõe perfeitamente as cenas e se encaixa sempre que utilizada.
Outro grande ponto de destaque são os últimos 40 minutos. Esses que vão de nervosismo do espectador até o fade out final espetacular, que faz qualquer um querer aplaudir. O grande final é realmente algo espetacular, de deixar qualquer amante do cinema boquiaberto e estupefato.
Mais dois grandes aspectos a serem adicionados são a edição e a montagem. Essas duas fazem só elevar em grandes passos o nível do filme e compões extremamente bem todas as cenas. Desde Andrew treinando em sua bateria até as realizações em competições.
Whiplash é um dos melhores filmes vistos nos últimos anos. Contando uma história de como uma pessoa deve se esforçar em busca dos sonhos, esse longa será de fácil identificação com qualquer um.  Com uma mistura de atuações geniais, um roteiro primoroso, uma trilha perfeita e mais outros atributos extremamente bem executados, essa obra do cinema prende a atenção do espectador do primeiro segundo até seu último. Se Boyhood era meu grande xodó para o Oscar esse ano, foi jogado de lado por essa grande obra-prima.

Nota: 10/10

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Dica do Ultraboy Nº1



Por Ultraboy: https://twitter.com/Raphixxx


Conhecido como uma das grandes séries de ficção científicas já feitas no Japão. Ultraseven estreou na Tokyo Broadcasting System (TBS) em 1º de outubro de 1967. A última em que o diretor de efeitos especiais Eiji Tsuburaya trabalhou. Ele também esteve presente na direção de efeitos do primeiro Godzilla de 1954. Até criar a Tsuburaya Producions, onde criou a franquia Ultraman, que até hoje produz sagas da família Ultra.


Ultraseven continuou a tradição de Ultraman, onde um super herói gigante batalha contra monstros estranhos e alienígenas, no entanto, o que fez este seriado ser um diferencial foi o drama sério de ficção científica e o desenvolvimento dos personagens (comparável à série Star Trek original). Em alguns episódios, Seven faz um aparecimento breve, em outros ele tem batalhas um tanto curtas (muito parecidas com um duelo de samurai), e em outros episódios ainda ele tem de enfrentar uma frota inteira de OVNIs (ao invés dos monstros gigantes habituais e alienígenas semanais).

Em termos de argumento, Ultraseven não difere tanto das outras séries Ultra. O poderoso herói é um guerreiro denominado Agente 340, vindo do planeta Ultra, da Nebulosa M-78, o mesmo de Ultraman. Ultraseven é considerado o maior guerreiro da Estrela Ultra e vem à Terra na qualidade de observador. Mas, decide ficar para defendê-la e adota uma forma humana para se resguardar. Ultraseven passará a proteger o planeta, substituindo o Ultraman original, já que a Terra não tinha mais um guardião contra as ameaças de invasões de monstros espaciais.

Capítulos para download: http://www.tokushare.com.br/seriadoHistorias/view/155



domingo, 11 de janeiro de 2015

10 filmes mais aguardados do ano

Para começar o ano, nós do Senta aí que já vem história decidimos fazer uma lista com os 10 filmes que mais esperamos nesse ano nos cinemas. Logo abaixo falaremos o porque de nossas expectativas para esses longas com suas datas de lançamento. Vejam!

Data de lançamento: 16/07/2015

10º- Pan

O novo longa de Joe Wright procura na conceituada história infantil de Peter Pan uma nova abordagem. Pan dessa vez procura mostrar um pouco da vida do menino que nunca envelhece no orfanato. Onde é sequestrado, junto com outros órfãos de guerra pelo feroz Barba Negra, estrelado por Hugh Jackman. O vilão leva as crianças para o mundo mágico da Terra do Nunca, onde elas são submetidas a trabalhos forçados. Porém, Peter conhece pessoas e criaturas fantásticas, incluindo a indomável Tiger Lily (Rooney Mara) e a versão mais nova e tranquila daquele que um dia viria a se tornar o Capitão Gancho (Garrett Hedlund). "Meu querido Peter, eu espero pelo dia em que eu poderei voltar para você e explicar tudo. Você é extraordinário. Mais do que você pode imaginar. Eu prometo que você irá me ver novamente neste mundo ou no outro". Como não amar? Eu vou ver PAN no cinemas e vocês?

Data de lançamento: 16/07/2015

9º- Caminhos da Floresta 

Um dos longas com uma das premissas mais diferentes dos últimos anos promete ser chamar a atenção positivamente da crítica e do público aqui no Brasil, como fez nos Estados Unidos. Outro grande chamativo do filme são as indicações para as grandes premiações. A direção de Rob Marshall, do maravilhoso e ganhador do Oscar Chicago, parece vir com grande destaque positivo para os cinéfilos de plantão. Sorte nossa é que no final de janeiro já teremos em cartaz nos cinemas brasileiros. 

Data de lançamento: 29/01/2015

8º- Homem-Formiga

Sempre que um novo filme da Marvel Studios é anunciado, nerds do mundo todo já tem seu ingresso garantido em cinemas mais próximos. Com Homem-Formiga não é nada diferente. Com uma das produções mais conturbadas do estúdio, devido a troca da direção de Edgar Wright por Peyton Reed e também devido a vazamentos de possíveis teasers a 2 anos, o longa promete trazer um estilo um pouco diferente do empregado pela Marvel. A comédia não deve ser tão forte igual em outros filmes, dando assim maior destaque para as cenas de ação. Apesar disso tudo, a espera continua e continuará alta até o seu lançamento.

Data de lançamento: 16/07/2015 

7º- Jurassic World

Está de volta o Parque dos dinossauros, agora aberto ao público a ficção científica se passa no cenário do primeiro grande longa franquia, a ilha Nublar. Vinte e dois anos após os acontecimentos em Jurassic Park, foi inaugurado um novo parque, realizando o sonho de John Hammond. Agora as pessoas podem conferir shows acrobáticos com os dinossauros e até mesmo fazer passeios bem próximo a eles, já que agora estão domesticados. Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire (Bryce Dallas Howard) passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. Uma delas logo adquire inteligência bem mais alta dos que as demais, tão logo se tornando uma grande ameaça para a existência humana. O filme também é estrelado pelo ator Chris Pratt que fez o sucesso de bilheteria como o Guardião das estrelas em Guardiões da Galáxia. Hora de se aventurar!

Data de Lançamento: 11/06/2015

6º- Divertida Mente

Quando um novo filme da Pixar é anunciado, pessoas de todo o mundo já abrem o olho do que pode vir. Investindo em um novo filme, que não seja continuações, desde Valente, o estúdio promete chegar com uma das grandes animações dos últimos anos. Roteirizado por Pete Docter, roteirista de “apenas” Toy Story 1 e 2 e Monstros S.A., o longa tem uma das histórias de animações mais diferentes já vistas. Bem, resta segurar as expectativas e aguardar.

Data de lançamento: 02/07/2015

5º- Big Eyes


Baseado numa história real da pintura Magaret Keane, interpretada por Amy Adams. O drama dirigido por nada mais nada menos que Tim Burton, onde conta a minuciosa trajetória de uma das artistas mais comercialmente rentáveis dos anos 1950 graças aos seus retratos de crianças com olhos grandes e assustadores. Defensora das causas feministas, ela teve que lutar contra o próprio marido no tribunal, já que o também pintor Walter Keane, estrelado por Christoph Waltz, no qual afirmava ser o verdadeiro autor de suas obras. A complexa trama possui aspectos surreais, que valem a conferida nas telonas por mais uma obra de Tim Burton.

Data de lançamento: 29/01/2015

4º- Mad Max: Fury Road

Tom Hardy está encarregado de viver Max Rockatansky, papel antes pertencente a Mel Gibson na trilogia Mad Max. Com um trailer de deixar qualquer telespectador roendo suas unhas para ver o longa inteiro, Mad Max A Estrada da Fúria promete muita ação e aventura no deserto. Agora vemos um Max um pouco mais jovem em um futuro apocalíptico instalado. Nosso guerreiro das estradas deve resgatar um grupo de garotas envolvidas em uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa, vivida pela atriz Charlize Theron. 

Data de lançamento: 21/05/2015

3º- Birdman

Depois das várias indicações a premiações em todo o mundo, Birdman começou a chamar atenção dos cinéfilos de plantão. Um filme que promete ser uma das grandes comédias desse ano e com uma atração a mais ao falar sobre super-heróis. Com a direção de Alejandro González Iñárritu, que dirigiu o maravilhoso “Amores Brutos”, o longa promete estar na briga da grande premiação do Oscar desse ano. 

Data de lançamento: 29/01/2015

2º- Star Wars: Episódio VII - O despertar da força

Finalmente a espera está chegando ao fim! O final do ano aguarda um dos lançamentos mais esperados dos últimos anos, principalmente após o épico trailer, que levará nerds do mundo à loucura no cinema. A direção de J. J. Abrams parece ter se encaixado como uma luva para a nova trilogia que irá por vir. Depois da recepção negativa dos fãs e da crítica pelos últimos 3 filmes, essa nova saga que está surgir vem prometendo agradar de uma forma gigantesca todos os fãs dessa amada franquia. E uma pergunta: Dezembro já chegou? 

Data de lançamento: 17/12/2015

1º- Os Vingadores 2: A era de Ultron

No dia 30 de Abril desse ano de 2015 estaremos vislumbrando mais uma empreitada dos heróis mais famosos da Marvel no cinema. Essa data é brasileira, portanto, sabe-se que o longa será lançado aqui no país primeiro. Enquanto nos EUA o filme tem data marcada para o dia 1º de Maio. Com o sucesso dos vingadores nas telas, o trailer do segundo filme atraiu ainda mais os olhares tanto dos fãs dos quadrinhos como os não fãs.  Para os não fãs somente o fato do ator Robert Downey, Jr ainda trajar a armadura de Homem de Ferro já é motivo mais do que suficiente. E para os fãs o fato de utilizarem um vilão tão icônico das HQs e ainda ter a chance de ver a Hulk Buster em cena comprova a animação para assistir toda a trama. E enfim, nos preparar para o futuro de uma Guerra Civil que virá. Então AVENGERS ASSEMBLE!

Data de lançamento: 30/04/2015



sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Primeiras impressões Agent Carter

A Marvel Studios vem a cada ano apresentando novas produções e, assim, Agent Carter aparece como a mais nova apresentação desse estúdio. A série gira em torno da personagem Peggy Carter (Hayley Atwell) e de sua volta ao lar após a 2ª guerra mundial e a grande perda de seu amor, Steve Rogers. Peggy trabalha para SSR (Reserva Cientifica Estratégica, em inglês) e precisa dividir entre seu real trabalho e missões secretas enviadas por Howard Stark.
 O seriado começa com alguns bons pontos positivos. As atuações são muito boas e conseguem elevar o nível do seriado. Outro fator bem interessante é a fotografia, que sempre vai revelando novas características dos personagens, através do uso das imagens e de cores. Além disso, algo bem interessante é a grande menção a personagens e easter eggs do universo Marvel nos cinemas. Isso levará muitos fãs ao delírio. Mais um ponto bem interessante é o comportamento da personagem principal sob o machismo existente naquele período. A protagonista sempre se mostra muito superior taticamente e em combate aos outros agentes, mas é quase sempre rechaçada. Apesar disso, as repostas de Carter a esses comportamentos é muito bem feita.
 Apesar de todos esses lados positivos, a série não deixa de errar em certos momentos. A começar pela direção muito inconsistente e com trocas extremamente rápidas e desnecessárias em cenas de diálogo. Adicionando a isso, a direção nas cenas de ação deixa a desejar, mas elas acabam sendo em alguns momentos boas pelas excelentes coreografias. Além disso, o roteiro não é tão forte quanto parece querer almejar. Ele traz uma continuidade um pouco confusa, na qual o espectador tem que entender bem rápido a continuísmo dos acontecimentos.

Afinal, Agent Carter vale a pena ou não? Como é uma série em seu início, Agent Carter ainda pode melhorar com o tempo em seu roteiro, mas o seriado no geral agrada bastante logo de cara. Os fãs de quadrinhos e dos filmes não se decepcionarão e os episódios que, apesar de não serem excelentes, são bem interessantes e eu recomendo a todos acompanharem.

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