REVIEW DOCTOR WHO S09E05 - THE GIRL WHO DIED

E se você descobrisse que a morte é uma habilidade?

PODCAST #18 - POR QUE ASSISTIR DOCTOR WHO ♥

Aqui discutimos sobre o porque Doctor Who, considerada a série mais antiga viva deve ser assistida. Vamos ouvir?

CRÍTICA AO FILME: PERDIDO EM MARTE

Que tal dar uma espiada na nossa mais nova crítica?

CRITICA DO LIVRO: ATÉ O FIM DA QUEDA

Que tal parar pra ler um pouco de literatura nacional fantástica?

SEMANA DO TERROR

Gostosura ou travessura? Essa semana trazemos nada mais nada menos que calafrios de te tremer a espinha. Que tal dar uma olhada em nossas travessuras diárias? Clica vai!

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

TOP 30 Mangás mais vendidos de 2015

Com 2015 quase no fim e com isso a Oricon divulga os mangás mais vendidos referentes a esse ano de 2015. A primeira colocação não é nenhuma surpresa, já que esta obra sempre está quebrando recordes, e o mais engraçado, quebrando os próprios recordes. As vendas contabilizadas correspondem de 17 de Novembro de 2014 até 22 de Novembro de 2015. Vamos a eles:

1. One Piece – 14,102,521 de cópias vendidas



2. Nanatsu no Taizai (The Seven Deadly Sins) – 10,304,112 de cópias vendidas



3. Shingeki no Kyojin (Attack on Titan) – 8,778,048 de cópias vendidas



4. Ansatsu Kyoushitsu (Assassination Classroom) – 8,605,861 de cópias vendidas



5. Kingdom – 8,569,215 de cópias vendidas



6. Haikyuu!! – 6,531,508 de cópias vendidas



7. Shokugeki no Souma – 4,321,830 de cópias vendidas


8. Terra Formars – 4,188,158 de cópias vendidas


9. Prison School – 4,058,119 de cópias vendidas



10. Tokyo Ghoul:re – 3,758,541 de cópias vendidas


11. One-Punch Man – 3,689,013 de cópias vendidas


12. Ao Haru no Ride (Blue Spring Ride) – 3,638,637 de cópias vendidas


13. Tokyo Ghoul – 3,576,177 de cópias vendidas


14. Naruto – 3,498,177 de cópias vendidas


15. Fairy Tail – 3,472,121 de cópias vendidas


16. Yowamushi Pedal – 3,355,844 de cópias vendidas


17. Nisekoi – 3,199,971 de cópias vendidas



18. Ace of Diamond – 2,940,024 de cópias vendidas



19. Seraph of the End: Vampire Reign – 2,850,718 de cópias vendidas



20. Magi – 2,820,526 de cópias vendidas


21. Bleach – 2,818,926 de cópias vendidas


22. World Trigger – 2,735,269 de cópias vendidas



23. Gintama – 2,642,690 de cópias vendidas



24. Orange – 2,321,095 de cópias vendidas





25. Detective Conan – 2,308,421 de cópias vendidas



26. My Love Story!! – 2,304,674 de cópias vendidas



27. My Hero Academia– 2,190,845 de cópias vendidas


28. Hoozuki no Reitetsu – 2,148,504 de cópias vendidas


29. March comes in like a lion – 1,979,421 de cópias vendidas


30. Kuroshitsuji (Black Butler) – 1,957,229 de cópias vendidas



É interessante observar que no Japão, assim como nos EUA, existe o valor da quantidade de vendas divulgados e em sua forma oficial. Enquanto aqui no Brasil, não existe tal divulgação sobre as vendas.

Review - Ultraman Vol 2 (Mangá)


No volume 2 trazido pela JBC continuamos a jornada a tentar entender por quê Kaijus retornaram ao planeta Terra. Agora a dupla Eiichu Shimizu e Tomohiro Shimoguchi resolvem esclarecer os fatos em mais detalhes. E Zetton antes inimigo que matou Ultraman, agora está disposto a ajudar a manter a paz, não necessariamente a ordem.
O alienígena agora oferece a chance a Shinjiro a se tornar o novo Ultraman, afim de proteger um tratado de paz, que a 40 anos vigora no universo, onde consiste na aliança entre diversas raças alienígenas, e a invasão não consentida é um crime. Para tal a Terra fez parte dessa aliança após a partida de Ultraman. Mas que a sete anos Bemstar quebrou essa regra. É importante notar aqui, como Shimizu-san fez questão de colocar logo o pior inimigo do herói como aquele que será seu mentor. Pelo menos, à princípio.
O volume é focado em Shinjiro tomar a decisão de ser o novo Ultraman para toda uma sociedade, confusa com a volta do herói. E uma pequena crítica social (pelo menos ao meu ver) sobre os Otakus. Um alien na forma humanoide segue uma Idol, e reclama de ‘haters’ na internet, os quadros escolhidos para relatar a cena foram evidentemente com um teor de demonstrar sobre os Otakus, que no Japão são aquela parcela da sociedade que não sai de suas casas, afim de passar dias e dias enclausurado em suas casas.
Ao mesmo tempo é descrito que os aliens que vivem entre os humanos se mantém nas sombras, alguns matam os humanos escondidos outros apenas convivem. E foi exatamente esse o Tabu que Shimogushi-san procurou quebrar ao desenhar a destruição causada por uma perseguição entre o alien Adacic e Ultraman pela cidade.
Agora Shinjiro usa seus poderes a serviço da nova Patrulha Científica, que atua nas sombras como se fosse uma espécie de MIB no controle dos alienígenas, apesar de oficialmente não existir mais. E nessa Patrulha Científica existe Moroboshi (uma referência clara a Dan Moroboshi, o eterno Ultraseven). O mais interessante sobre a repaginada são as referências sutis e outras mais claras sobre a cronologia. E aqui temos a presença da Idol Rena, um conceito super comum no Japão, mas nunca utilizado nas histórias de Ultras. (Pode ter sido só da minha mente, mas o nome Rena pode não ter sido escolhido à toa, pois quem bem sabe Rena é o nome de uma oficial da GUTS em Ultraman Tiga)
Então nos vemos diante da seguinte questão: o mangá de ULTRAMAN é canônico ou não? Vale na cronologia dos Ultras? A resposta é simples. SIM, e NÃO. Em suma, o mangá ULTRAMAN pode ser considerado uma sequência, em que não vieram outros Ultras pra Terra, só o original. Ainda assim há um punhado de referências ao universo Showa (correspondente a Ultraman, Ultraseven, O Regresso de Ultraman, Ultraman Ace, Ultraman Tarô, Ultraman Leo, Ultraman 80 e Ultraman Mebius, sendo esses três últimos disponíveis oficialmente aqui pelo Crunchyroll), tanto em situações quanto em personagens.
Mais uma vez faço menção ao trabalho de edição do Cássius Medauar e a sempre ótima tradução da experiente Drik Sada da JBC. Pois a edição nacional se tornou algo primoroso e nostálgico ao mesmo tempo de se ler. Nos vemos no volume 3!


Nota: 9.5

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Review – Ultraman Vol 1 (Mangá)


Quem já não ouviu falar de Ultraman? Seja por que faz parte da memória de pais e filhos brasileiros ou mesmo porque seu nome seja algo que é passado de geração em geração. A luz do herói prateado finalmente voltou a brilhar por aqui, graças a JBC. Que esse ano tem contemplado muitos títulos interessantes e conseguido agradar a “gregos e troianos”.
Bem Ultraman é um dos maiores símbolos da figura do herói no Japão, principalmente por firmar o conceito conhecido como Tokusatsu no mundo, também abriu portas para demais franquias. Tornando ele mesmo parte desta, constituindo uma família de guerreiros Ultra.
Roteirizado e desenhado pela dupla Eiichu Shimizu e Tomohiro Shimoguchi a nova saga do advindo da Nebulosa M78 conta com originalidade os efeitos deixados por Ultraman em Shin Hayata, o homem que serviu de hospedeiro para que o gigante pudesse combater os ferozes kaijus e invasores alienígenas. A grande saída que os autores encontraram foi tornar o símbolo do herói algo insubstituível ao ponto de criar conflitos familiares ao mesmo tempo que nos vemos diante da volta dos alienígenas a Terra atrás do que restou de Ultraman por aqui, incorporado nas células do filho de Hayata. O jovem Shinjiro.
A capa da edição carrega todo um charme e beleza do formato do herói por meio do fundo avermelhado, que sempre foi destaque em seu corpo. A edição em tamanho pocket (12x18cm) foi uma opção interessante sem exageros e extravagâncias, um modelo que se encaixa ao que a obra propõe. A edição vem em papel offset com 16 páginas coloridas no início da edição. O único ponto negativo foi a Transparência na Folha que chega a incomodar durante a leitura, algo deve ser revisto pela JBC, afim de melhorar o rendimento do trabalho visual.
Um dos pontos mais altos desse mangá é definitivamente seu traço, quem esperava encontrar uma arte datada e simplória pode esquecer, pois veremos algo extremamente detalhado e rico. Sejam nas batalhas e destruições ou nas expressões dos personagens. O roteiro é outro destaque, pois nas primeiras folheadas já se pode encontrar o drama se esgueirando pelas beiradas, afim de provocar tensão a demonstrar que algo está vindo. A maneira que os autores encontraram para trazer a Patrulha Científica de volta foi esplendoroso, homenageando os atores e o nome do primeiro Esquadrão de Defesa da Terra. A atmosfera saudosista e nostálgica deste “Novo Clássico” é certamente de muito agrado aos fãs do herói. Tanto para os novos fãs, quanto para os antigos, a história terá presenças já conhecidas do universo do gigante prateado como: Red King, Bemular, Zetton, além de outros guerreiros Ultra como Ultraseven e Ultraman Jack.
A releitura de Ultraman me interessou, apesar do papel Offset ter sido uma questão a se considerar negativa. As páginas coloridas ficaram bem acabadas, o volume 1 conta com 240 páginas, 16 delas coloridas; o preço de 14,90 sai em conta pelo tamanho do mangá e qualidade. O fato de ser bimestral colabora para uma regularidade trabalhando em cima do que a os fãs esperam de algo nostálgico. E no mais a leitura é recomendada para fãs do herói e aqueles que ainda não conhecem podem se surpreender. Nos vemos no volume 2!


Nota: 9.0

terça-feira, 21 de julho de 2015

Novos Mangás Anunciados na Fest Comix/Anime Friends


Chotto, min’na-san! Como parte de vocês deve saber, praticamente todas as editoras de mangás anunciaram novos títulos para serem publicados neste segundo semestre! AAEEEEEWWW!!! E nós da equipe Senta Aí resolvemos fazer esta lista que, além de conter todos nomes anunciados na Fest Comix/Anime Friends, tem uma apresentação para cada um; para vocês que querem escolher direitinho o que comprar e quais gêneros se aproxima mais do seu gosto. Então, senta aí que já vem história.

Lançamentos Panini:


 1. Akame Ga Kill
Sinopse: O mangá começa dando foco a um jovem chamado Tatsumi, cujo o sonho é mudar-se para a Capital de seu país e servir ao povo no Exército Imperial, podendo ajudar também a tirar seu vilarejo da miséria. Após passar por alguns inconvenientes chegando à Capital, ele descobre que o país está infestado de pessoas corruptas e doentes por poder e acaba se unindo à um grupo revolucionário chamado Night Raid. A protagonista, uma habilidosa espadachim chamada Akame, faz parte deste grupo sendo a pessoa que acumulou mais mortes entre seus integrantes e a pessoa com o passado mais misterioso. Num enredo sombrio, misterioso e cheio de lutas sangrentas, Tatsumi vai descobrindo cada vez mais sua força e a necessidade de aniquilar esses novos monstros em forma de gente que governam tudo.

O mangá está nos gêneros ação, fantasia e shounen, sendo escrito pelo mangaká Takahiro e desenhado pelo artista Tetsuya Tashiro. Começou a ser publicado no Japão em Abril de 2010 e encontra-se no 60º capítulo, sendo que a Panini já tem confirmada a tradução de 12 volumes até então. Ele teve anime lançado na temporada de verão do ano passado, encerrando sua adaptação em 24 episódios – o que eu considerei péssimo pro anime, pois ele segue o mangá perfeitamente até o 20º episódio e a plot estava MUITO BOA, infelizmente eles tiveram que correr pra encerrar o anime e a produção acabou inventando um final meio ruim. Mas o mangá é muito bom, a arte é bem bonita (no anime também) e as lutas são bastante dinâmicas graças a criatividade do autor para as habilidades dos personagens. Tem uns toques de harém também nas partes de comédia, fanservice, mas principalmente gore e mortes brutais. Não se apeguem que o negócio é nível Game of Thrones, haha.




2. Arakawa Under the Bridge
Sinopse: O mangá conta sobre um jovem de família rica chamado
Ichinomiya Kou, uma pessoa que cresceu dentro do padrão de família em que o seu sucesso na vida já estava garantido, tendo como lema de gerações “Nunca deva nada a ninguém”. Após passar por um acidente um tanto constrangedor, Kou tem sua vida salva por uma garota chamada Nino que mora debaixo da ponte de onde ele caiu. Não suportando a ideia de ter entrado em débito com ela, Kou oferece qualquer coisa que possa pagar sua dívida. A moça então resolve que ele terá que se apaixonar por ela e ser seu namorado para pagar sua dívida, além de força-lo a morar debaixo da ponte com ela. “Concordando” com os termos para não desonrar sua rígida educação familiar, Kou passa por situações absurdas e cômicas vivendo com Nino e descobrindo toda uma comunidade de rejeitados que também vivem debaixo da ponte.

Diferente de muitos seinens, que acabam puxando pro lado mais dramático e melancólico, Arakawa Under the Bridge se destaca pelo seu estilo non sense, fazendo do exagero de situações absurdas sua forma de criticar a sociedade (não apenas a japonesa) e seus padrões. Isso se mostra desde o design de personagens até as suas histórias que os levaram a morar nesta comunidade bizarra; que me levou seriamente a me perguntar quantos dos personagens são humanos ou não. Foi um título que acabou me surpreendendo um pouco quando foi anunciado como lançamento, considero uma ótima escolha, mas é um mangá excêntrico em comparação a tantos outros já publicados por aqui. Ele foi escrito e desenhado pelo mangaká Nakamura Hikaru, começou a ser publicado em 2004 e foi finalizado no início deste mês de Julho, contando com 15 volumes no total. Teve também sua adaptação para anime divido em duas temporadas, a primeira na temporada de primavera e a segunda na temporada de outono, ambas em 2010. Apesar de não ter acabado exatamente como o mangá, o anime não deixa de ser menos engraçado ou perder a qualidade de arte em relação ao mangá. 


3. Lovely Complex
Sinopse: A trama fala sobre dois personagens principais, os estudantes do ensino médio
Risa Koizumi, que é a garota mais alta da sala, e Atsushi Otani, o garoto mais baixo da sala. Nenhum dos dois está namorando com alguém, e ambos acabam sendo foco de piadas entre seus colegas por causa de suas estaturas pouco peculiares, o que acaba sendo um problema para eles. Risa mede 1.70m e Otani mede 1.56m, o que no Japão é acima da média para as garotas e abaixo da média para os garotos. A relação entre os personagens não começa muito bem, mas eles acabam se tornando amigos e tentam incentivar um ao outro a conseguir conquistar seus objetivos amorosos. Mas e se a Risa estiver começando a sentir algo pelo Otani? E se ele corresponder? Poderiam eles formar um casal com 14cm de diferença superando todas as chacotas que já sofrem solteiros? E por aí as coisas vão acontecendo.

Já havíamos falado sobre Lovely Complex no nosso post sobre Mangás Que Queremos Ver Publicados no Brasil, uma indicação da nossa integrante Yuuko. Parabéns, Yuuko! Aposta certeira! Mais um shoujo a ser publicado pela Panini, juntamente com Aoharaido e Kimi ni Todoke –vemos um crescimento do gênero por aqui, hein? O mangá é da autoria da Nakahara Aya tanto em enredo quanto em arte, ele foi publicado no Japão entre 2001 e 2007, tendo recebido também o 49º Prêmio Shogakukan Mangá como Melhor Shoujo em 2004. Foi adaptado para anime em 2007, com 24 episódios. O mangá possui também uma sequência, Lovely Complex 2, que tem um núcleo de personagens totalmente diferente do que será publicado aqui. É definitivamente um título que já era muito esperado e pedido pelos fãs brasileiros, trazendo o que há de melhor no gênero shoujo, romance e uma comédia deliciosa. Ele virá completo em 17 volumes.


4. Pandora Hearts
Sinopse: O ar de celebração que cercava o garoto de 15 anos Oz Vessalius em sua cerimônia de maior idade transforma-se rapidamente em horror quando ele é condenado por ser um pecado sobre o qual ele não sabia de nada. Ele é jogado em uma eterna e inescapável prisão conhecida por Abyss. Lá ele conhece uma garota chamada Alice, que não é exatamente o que ela parece ser..... Agora
que as engrenagens implacáveis do destino começaram a girar, será que elas levarão Oz apenas ao desespero, ou será que ainda há alguma esperança a qual ele possa se agarrar?

Os gêneros do mangás são shounen, aventura, fantasia e sobrenatural; ele foi escrito e desenhado por Mochizuki Jun, sendo lançado entre 2006 e finalizado em Março deste ano. Integrante do gênero mais popular por aqui, Pandora Hearts tem um estilo que lembra um pouco Kuroshitsuji (também lançado pela Panini com o nome de Black Butler), por se passar no período Vitoriano e ter todo o seu design de personagens baseado nisto. Eu diria que ele é uma aposta segura considerando seu gênero, a arte excelente e sua plot absolutamente intrigante. Sabe aquele autor que “fez o dever de casa”? Muitas estrelinhas pro Mochizuki-san, haha. Este mangá também teve adaptação para anime na temporada de primavera de 2009, sendo fechadinho com 25 episódios. Eu, infelizmente, só li o mangá de Pandora Hearts, mas pelas minhas pesquisas o anime está bem-conceituado e parece fiel a plot original. O mangá tem 24 volumes no total.


5. Rust Blaster
Sinopse: Na Escola Vampira Especializada em Mercenários, a Academia Milenar, o vampiro mais atípico na academia, Aldred, e o humano estudante transferido, Kei, acabam por se conhecerem. Mas o que eles não sabiam é que o destino do mundo dependia disto.

Bom, a sinopse vai ficar curtinha mesmo por dois motivos: 1-o mangá é um oneshot (ou seja, volume único) não tem muito o que ser dito, 2- foi o único da lista que eu não conhecia.
Mas dei uma batida de olho pra ter o que falar pra vocês, vejamos, os gêneros são ação, aventura, shounen, vampiro, drama, fantasia e sobrenatural. Ele foi escrito e desenhado pela Toboso Yana –isso mesmo, a mesma autora de Kuroshitsuji- sendo publicado no Japão entre o final de 2005 e o início de 2006. O traço bem característico dela, personagens com roupas visual Kei (neste caso não o personagem, hehe), uma plot que chega a ser dramática, mas que também fala muito de amizade e tem um clima de comédia no grupo principal da Turma 6. Bem fácil de ler, tem chances de ter boas vendas por aqui.


6. Fate/Stay Night
A estória se passa numa cidade comum japonesa, a cidade de Fuyuki. Escondida da sociedade, tem acontecido uma guerra mortal nessa cidade. Sete feiticeiros conhecidos como “Mestres” invocam um poderoso poder familiar chamado “Servos” e eles lutam um contra o outro até restar o último. Foi dito que o último seria aquele a conseguir o Santo Graal que lhes garantiria um desejo. Apenas poucos sabem quando a Guerra começa e o que é o Santo Graal, mas a Guerra está prestes a começar novamente. A personagem principal é Emiya Shirou, que perdeu seus pais num incêndio e foi adotado por um homem que se autodenomina um feiticeiro. Admirando seu pai adotivo, ele tem treinado para se tornar um feiticeiro. Mesmo assim, ele não tinha talento para a coisa e mal podia usar um tipo de feitiço. Seu pai adotivo já faleceu, e atualmente ele é um feiticeiro sem habilidades ou conhecimento. Ele está envolvido na Guerra do Santo Graal quando ele acidentalmente invoca a Saber, que disse ser a Serva mais forte de todos.

Este é um mangá para se ter cuidado ao decidir colecionar, pois ele possui MUITAS variantes de trama e versões alternativas. Apesar disto, essa versão de Fate é a mais indicada para se começar a série. O mangá foi escrito por Nasu Kinoko (do grupo Type-Moon) e tem arte de Nishiwaki Datto, estando nos gêneros shounen, ação, fantasia, romance e sobrenatural. Ele foi publicado entre 2005 e 2012, completando 20 volumes no total. Sua primeira adaptação para anime foi lançada em duas temporadas, a primeira no inverno de 2006 e a segunda na primavera de 2012. Esse ano ainda, na temporada de primavera, outra adaptação chamada Fate/stay night [Unlimited Blade Works] foi lançada como um remake da primeira animação. Confesso que é um anime que está na minha lista de espera há algum tempo.
Mas sempre ouço bons comentários sobre ele, ainda mais pra uma série que tem tantas variações, deve realmente valer a pena neste sentido. Haja dedicação.


7. Testament of Sister New Devil (Shinmai Maou no Keiyakusha)
Sinopse:
Toujo Basara é um estudante comum e que leva uma vida normal, até que seu pai lhe dá a grande notícia de que vai se casar. Basara ganha duas meia-irmãs, Mio e Maria. Após seu pai sair numa viagem misteriosa logo após a mudança da nova família. Basara se vê sozinho com suas irmãs na casa. Após uma discussão, o garoto descobre que suas meia-irmãs são na verdade demônios; sendo a Mio a herdeira de um grande Maou fugida do submundo, e Maria sua serva súcubos. Para ajudar a protege-las, ele quase sela um contrato com as irmãs, mas algo dá errado e o contrato reverte, fazendo com que o rapaz seja o mestre e as duas, suas servas.

Acredito que o maior motivo pelo qual a Panini escolheu publicar Shinmai Maou é já ter experiência com esse tipo de mangá. Ela já publica High School DxD há algum tempo e o tipo de ecchi, comédia, estilo de poderes, harém e padrão de personagens é bem parecido. Não li e nem assisti High School DxD mas, pelo o que vi de Shinmai Maou e ouvi de quem viu os dois, o segundo é quase um hentai. Digo isto pela postura do protagonista Basara quando ocorrem as cenas de safadeza e tals. Acho que quem vê dos dois gêneros vai entender, hehe. Mas enfim, o mangá tem roteiro de Tetsuo Uesu e ilustrações de Kashiwa Miyako, sendo publicado pela revista Shonen Ace desde 2013. Ano passado, na temporada de inverno, foi lançada sua adaptação para anime, que tem segunda temporada prevista para a próxima temporada de outono deste ano. 


Lançamentos JBC:


1. Parasyte – Kiseijuu
Sinopse: A história se passa em um mundo em que seres extraterrestres chamados de Parasitas invadem a Terra. Eles meio que caem do céu sobre as pessoas e se apoderam do corpo dos humanos, assumindo o controle total do sistema nervoso. A trama se foca num homem chamado Shinichi Izumi, que quase tem seu corpo possuído por um parasita chamado Migi –só que invés de possuir o cérebro do Izumi, o ET falha e fica restrito a mão dele. Isso obriga os dois a viverem juntos, tendo que lidar com outros parasitas que cruzam o caminho da dupla e consequentemente levando ambos a um debate sobre a humanidade.

Mais um título que foi aposta no nosso post de Mangás Que Queremos Ver Publicados No Brasil! Aposta do Ultraboy dessa vez! Mangá escrito e desenhado por Iwaaki Hitoshi, publicado pela primeira vez no Japão entre 1989 e 1995, o mangá de edição mais velha na lista de lançamentos. Ele pertence aos gêneros seinen, ação, drama, horror, sci-fi e psicológico; está completo em 10 volumes. Refrescando um pouco do que o próprio Ultraboy disse, graças ao anime lançado na temporada de outono do ano passado, o mangá voltou ao ranking dos 30 mais vendidos no Japão. Ele foi publicado 3 vezes nos Estados Unidos e 4 na Terra do Sol nascente. Não acho que seja necessário citar mais motivos pelo qual a JBC possa ter escolhido publicá-lo,certo?


2. Orange
O mangá conta sobre uma garota chamada Takamiya Naho, uma estudante que, um belo dia, recebe uma carta misteriosa que teria como remetente ela mesma só que 10 anos no futuro. Em seu conteúdo, está escrito que neste dia ela conhecerá um garoto chamado Naruse Kakero e ele será o novo aluno transferido na sala dela; o resto da carta contém instruções sobre como ela deve agir perto dele e outras diretrizes pedindo por confiança. Ela lê isto antes da aula começar e, com o passar do dia, tudo o que está escrito na carta acontece. A partir daí a Naho-chan vai recebendo novas cartas de si mesma seguindo este esquema tutorial, tudo indica que o encontro dos dois jovens mudará a vida da garota para sempre.

Mais um mangá que já foi bastante comentado por mim no blog e agora, finalmente, terá seu lançamento aqui no Brasil. Somando força pro gênero shoujo, Orange tem roteiro e arte da mangaká Takano Ichigo e começou a ser publicado em 2012, com previsão de finalizar sua história em Agosto deste ano (já que ele passou por um longo período de hiato entre 2013 e 2014 por motivos de saúde da autora). A trama é muito bem construída, vai e volta no tempo sem problemas de entendimento. Ele vendeu mais de 1.5 mi de cópias no Japão, e sua adaptação para live-action deve sair em Dezembro deste ano. 


3. Savanna Game
Sinopse: A estória segue um jovem chamado Kazuya Shibuya que recebe uma mensagem de e-mail anônimo inesperadamente: “Gostaria de participar do Savanna Game? ”. A mensagem é um convite para um jogo mortal sancionado pelo Estado –um jogo role-playing de matança designado a motivar a inibida juventude moderna do Japão. Shibuya e seus dois amigos Kotagawa e Kudou se encontram em batalhas bizarras que abrangem o tempo-espaço continuo, contendo desde dragões até a Força Shinsegumi da era Shogunate.

Um título não muito conhecido, mas seria uma aposta arriscada? Talvez não. Eu li 11 capítulos do mangá, é uma proposta bem simples. Mistura um pouco BTOOOM! e Jogos Vorazes, mas quem curte RPG vai ver que a forma como as habilidades dos personagens são calculadas é baseada nisto. Acho que pela objetividade da trama e a ação estilo shounen o mangá pode ficar bem popular. Apesar desta simplicidade e objetividade, ele se encontra nos gêneros seinen, ação, sobrenatural e psicológico. Então as expectativas apontam para um aprofundamento maior dos personagens com o passar dos acontecimentos. Foi anunciado que seria produzida uma adaptação para anime na temporada de inverno de 2012, mas ela acabou não saindo. Os motivos ainda são desconhecidos, mas acredita-se que seja por falta de recursos da produtora que permanece anônima até então. Não se sabe se em algum momento ele será realmente produzido. O mangá é escrito por Kuroi Ransuke e tem arte de Haruno Eri, com 3 arcos confirmados e 6 volumes publicados até o momento.


4. Ultraman
O mangá Ultraman, de Eiichi Shimizu e Tomohiro Shimoguchi. O mangá está em publicação na revista Heros, da Shogakukan e conta no momento com 6 volumes encadernados desde 2011, o sétimo está previsto para dezembro no Japão. O mangá é uma espécie de releitura da famosa série tokusatsu homônima.
O protagonista da série é Shinjiro Hayata um aluno do ensino médio, filho de Shin Hayata, (o Ultraman original!), que herda o bloodlines do lendário herói que lhe concedem poderes incríveis desde o berço, em um ataque de um misterioso inimigo, Hayata é obrigado a revelar à seu filho que é Ultraman. E para ajudar seu pai, Shinjiro também faz a escolha que mudara sua vida pra sempre. Ele se tornara o novo Ultraman, usando uma nova e atualizada armadura com a mais nova tecnologia do universo ele ira defender a terra da ameaça alienígena.
Ao longo da série, personagens conhecidos irão aparecer em novas interpretações, como Ide (Ito, na antiga dublagem brasileira), Moroboshi, Seiji Hokuto e um certo Jack.

[obrigada ao Ultraboy pela sua contribuição de fã de Tokusatsu, eu não poderia descrever melhor <3 br="">
Lançamentos NewPOP:


1. Alice In The Coutry of Hearts
Sinopse:
A história é situada no mesmo clima de fantasia da obra original, contudo, o que faz com que a nossa protagonista, Alice, entre em Heartland (Wonderland) é pelo fato de ela ter sido sequestrada enquanto tirava um cochilo, por um rapaz com orelhas de coelho. O mesmo a engana e diz que o único jeito de sair daquele mundo é participando de um jogo, no qual ela deve interagir com os habitantes de lá. Uma missão que pode parecer fácil, a princípio, mas que na realidade pode não ser tão simples assim.

Uma outra versão de Alice no País das Maravilhas, do Lewis Carrol, uma história muito popular e muito querida. O mangá é um shoujo de fantasia e romance, escrito pela Quinrose e desenhado pela Hoshino Soumei. Acho que um dos aspectos que podem torná-lo muito popular por aqui é o fato do design dos personagens dar MUITA hype pra cosplay, os figurinos são muito bonitos e, por ter um toque de harém também, os shipps serão empolgantes, hehe. A série foi publicada entre 2007 e 2010 e está completa em 6 volumes.



2. Kami-sama, Onegai!
Sinopse: Três meses depois de começar o terceiro ano do ensino médio, o estudante Aobane começa a namorar seu colega de classe, Takahiro. Ele fica constantemente preocupado que Takahiro se canse dele de alguma forma. Comparando os dois personagens, eles são opostos, Takahiro é animado e popular e Aobane é tímido e fala pouco. Na sua primeira visita a um santuário no Ano Novo, ele reza ao Deus desse pequeno santuário que ele e Takahiro fiquem juntos para sempre. No dia seguinte, ele descobre que ganhou cauda e orelhas de gato! E por aí se desenvolve a trama.

A NewPOP como sempre buscando ter a maior variedade em gêneros de mangá e com uma aposta que eu considero segura. O público da editora já teve uma boa “aceitação” (escrevo assim porque a editora na verdade recebe muitos pedidos) de outros mangás do gênero BL (boys love)/yaoi como Loveless, Croquis e Gravitation. Kami-sama, Onegai! é um oneshot, eu não o conhecia, ele puxa a coisa pra um lado mais fofo e até tem sexo mas nada muito apelativo. Me lembra muito um outro mangá yuri que se chama Inugami-san to Nekoyama-san, não é incomum que tenhamos personagens que sejam comparados ou que sejam a personificação de algum animal. Ele foi escrito e desenhado por Mio Junta entre 2011 e 2012, a autora já é conhecida por ter bons trabalhos dentro do gênero yaoi e este mantém seu nível.


3. Café Kichijoji de
Sinopse:
"Irasshai!" Bem-vindo ao café mais desregrado em Kichijouji e seu charmoso staff, composto por cinco integrantes que não tem absolutamente nada em comum. Quando os ânimos sobem, os espanadores entram em ação, assim como pedras gigantes e as contas de reparos. Conheça Jun, um estudante do ensino médio mal-educado com uma língua ferina e força sobre-humana. Tarou, um viciado em limpeza com uma pontaria mortal na arte de espanar. Maki, um desleixado e preguiçoso paquerador. Minagawa, um talentoso chef de pastelaria igualmente habilidoso nas artes do voodoo. E o impulsivo e animado, apesar de desesperadamente infortunado Tokumi. Uma festa de comédia baseada no popular programa de rádio drama japonês.

Mais um mangá do gênero shoujo anunciado! E não do tipo comum, dando o toque NewPOP o mangá é shounen-ai também. A obra tem 3 volumes apenas, tendo sido escrito e desenhado por Negishi Kyoko entre 2001 e 2003. Acho que vai ser uma daqueles mangás leves, uma comédia com personagens que seguem alguns clichês mas não anula a comédia. E, mais uma vez, shipps everywhere!

Lançamento Nova Sampa:



1. Godeath
Sinopse:
A história se passa no século XVIII, em Nápoles, Itália. Há uma garota chamada Maria vivendo pacificamente na cidade, mas ela é mais do que aparenta. Ela é como uma deusa da morte, com uma espada que corta tudo. Mas o que exatamente é ela? De onde é que ela vem e que destino cruel espera por ela?

O mangá é da autoria de Yuji Shiozaki, sim, o mesmo autor de Ikkitousen que já é publicado há algum tempo pela editora. Não saindo muito da zona de conforto e apostando num nome já conhecido. Bom, o que esperar então? O mangá foi publicado entre 2009 e 2013, está com a história completa em 3 volumes e pertence aos gêneros ecchi, ação, sobrenatural, histórico, seinen, horror e fantasia. Além do Brasil, Godeath ganhou publicações recentes na Espanha, Itália e diversos países. Nas indicações de quem leu, ele difere de Ikkitousen mais por ter uma plot mais séria, não tem tanta comédia e os personagens (juntamente com seu background) fazem a série valer a pena.

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