REVIEW DOCTOR WHO S09E05 - THE GIRL WHO DIED

E se você descobrisse que a morte é uma habilidade?

PODCAST #18 - POR QUE ASSISTIR DOCTOR WHO ♥

Aqui discutimos sobre o porque Doctor Who, considerada a série mais antiga viva deve ser assistida. Vamos ouvir?

CRÍTICA AO FILME: PERDIDO EM MARTE

Que tal dar uma espiada na nossa mais nova crítica?

CRITICA DO LIVRO: ATÉ O FIM DA QUEDA

Que tal parar pra ler um pouco de literatura nacional fantástica?

SEMANA DO TERROR

Gostosura ou travessura? Essa semana trazemos nada mais nada menos que calafrios de te tremer a espinha. Que tal dar uma olhada em nossas travessuras diárias? Clica vai!

domingo, 21 de junho de 2015

Divertida Mente (Crítica)


Por Ultraboy

Sensibilidade, cores e psicologia são as palavras que definem o quão a volta da PIXAR pôde ter sido tão maravilhosamente explorada em um único longa. Dirigido por Pete Docter (“Up! Altas Aventuras”) e Ronaldo Del Carmen, Divertida Mente provoca no público muito mais do que aquele “ooown” característico das animações da casa. Cada uma das emoções salta da tela, nos fazendo rir e chorar como criancinhas enquanto somos transportados a um universo totalmente novo e interessante.
Na trama, vamos conhecer uma jovem garotinha chamada Riley, que passa por diversas emoções ao deixar toda a sua vida para trás e partir do Centro-Oeste dos EUA, para San Francisco, quando seu pai começa um novo emprego. Um problema que muitos devem ter vivido ou você que nunca deixou sua casa na infância, já teve que passar por mudanças drásticas que acabaram bagunçando seus sentimentos. Dentro da cabeça da garotinha, temos cinco personagens que vocês vão se apaixonar, a Alegria, o Medo, a Raiva, a Nojinho e a Tristeza. Eles vão ajudar a garotinha a lidar com as mudanças, problemas do dia-a-dia e um grande problema que todos passamos cedo ou tarde, o medo de estar crescendo.
No Brasil, a Disney escalou um time de comediantes para dublar as emoções de Riley, sendo que Otaviano Costa (voz do Medo), Léo Jaime (voz da Raiva) e Miá Mello (voz da Alegria) acabam se saindo muito bem no trabalho de dublagem e Dani Calabresa (voz do Nojinho) e Katiuscia Canoro (voz da Tristeza) acabam fazendo um trabalho abaixo, já que a dublagem das propagandas e comerciais com os profissionais de dublagem eram muito melhores. Embora a Alegria, a emoção principal e mais importante de Riley, tenta manter as coisas positivas, o conflito de emoções dentro da garotinha vai mostrar a melhor forma de navegar numa nova cidade, casa e na escola. O filme vai te fazer chorar de rir, pensar na sua vida também e claro, emocionar do jeito que a Pixar sabe fazer. Então, já prepara o lenço, pois você vai precisar.


O grande acerto de “Divertida Mente” é demonstrar o óbvio de maneira alegórica tratando de um tema tão recorrente (mudança) sem cair na preguiça de abusar dos estereótipos, o que poderia ser normal porque estamos falando de uma obra de animação. Há outras coisas a serem ditas desta produção, uma delas é ter escapado do final feliz, o principal motivador de uma grande parcela da audiência ir até salas de cinema. A proposta de desafio de “Divertida Mente” é como lidar com o revés a partir de um conceito de felicidade que cada um pode construir. Para alguns a solução mais fácil seria “voltar uma casa” e retornar à cidade de origem. O roteiro também de Docter e do diretor Ronaldo del Carmem (filipino que também já havia trabalhado na animação “Ratatouille”) assume um lado bem mais adulto quando aponta para continuidade dos planos a melhor solução para enfrentar o revés e todo o sentimento de frustração que vem a reboque.
Bem colorido (o que vai agradar as crianças), com um ótimo 3D e com uma história encantadora (que promete entreter aos adultos e as crianças igualmente), Divertida Mente (Inside Out) é um dos melhores animados do estúdio e principalmente é o melhor animado lançado este ano até agora. Com certeza, o filme parte na dianteira na corrida das premiações e já falo, seria um forte candidato até mesmo para concorrer a uma indicação ao Oscar de melhor filme, pois o animado merece todos os elogios que vem ganhando, pena que ainda role um preconceito enorme com as animações nestas premiações.
Ainda assim, apesar de todas as muitas virtudes da produção, a maior e mais importante talvez seja sua insistência em destacar que a tristeza é um elemento tão importante da condição humana quanto o êxtase. Pois a verdade é que vivemos numa sociedade cada vez mais obcecada com a alegria colossal e constante – e a base da Publicidade, grande incentivadora desta filosofia perversa, é a venda eterna de um ideal inalcançável de felicidade (uma condição que só poderia ser conquistada se comprássemos este ou aquele produto). Com isso, passou-se a temer a melancolia e qualquer sentimento que não seja o de (auto) satisfação irrefreável, como se precisássemos experimentar alegria o tempo inteiro.
E o que Divertida Mente demonstra para seu público (pequeno e grande) é que a beleza da vida reside precisamente na natureza multicolorida e complexa de nossas experiências, memórias e sentimentos.

Nota: 10

sábado, 20 de junho de 2015

Mangás Que Queremos Ver Publicados No Brasil

O mercado de mangás no Brasil tem crescido exponencialmente nos últimos anos, e nada melhor do que sugerir excelentes obras para editoras como JBC, Panini, NewPop, etc consigam os direitos de alguns dos títulos que temos como prediletos. E que certamente possuem público aqui.
Segue as sugestões produzidas pelos membros do grupo Senta aí Cast:

Por Ultraboy  

Kiseijuu (Parasyte)

Foi um dos mangás mais vendidos desse ano de 2015, mesmo pertencendo a outra década. O sucesso foi tanto, que mesmo o anime ajudou o mangá desbancar e estar entre os 30 mais vendidos do ano. Para quem não sabe o mangá é famoso no mundo todo, e já foi publicado três vezes nos EUA e quatro no Japão. Sendo que todas as republicações no Japão foram em formato especial, assim como foi em 2014 com a nova edição do mangá posta à venda devido a estar com anime em exibição naquele período. Como o Brasil ainda tem um porte pequeno para mangás do gênero Seinen, Kiseijuu certamente pode ser essa porta de entrada. Quem sabe até para o ano que vem. E só tem 10 volumes, que fique como um alerta a JBC e a Panini sobre esta obra, que explora a humanidade sobre outro aspecto ao final pode nos fazer repensar sobre o que o ser humano vem fazendo ao longo dos anos.


Haikyuu!!

Vôlei é bastante popular no Japão, apesar de não ser o esporte número um e nem número dois, tanto para homens quanto para mulheres. Haikyuu ganhou mais espaço após o seu anime em 2014, que lhe rendeu nada mais nada menos do que o terceiro lugar entre todos os mangás mais vendidos do ano passado, somando mais de 8 milhões de cópias vendidas! Em 2013 as vendas totais haviam sido de 2,056,241 milhões, o que significa dizer que teve um aumento impressionante de 303% – deixa eu repetir: 303%!!!!!!! – De 2013 para 2014. Certamente é uma mangá que venderia no Brasil, espero que venha para fazer frente a Kuroko No Basket. Afinal temos uma escassez de mangás de esportes aqui. 


Por Yuuko

Sekai Ichi Hatsukoi

Por que sair da zona de conforto e mudar os gêneros de leitura? O comodismo sempre parece mais interessante. Mas ler um BL (Boys Love) ou semelhante não é de todo ruim. Sekai Ichi Hatsukoi é um romance dinâmico com traço e cenas ricas de detalhes e, obviamente, uma arte clara e cativante. Sekai Ichi apresenta três casais, mas trás Takano Masamune e Onodera Ritsu como casal preponderante, no qual um amor perdido - há mais de 10 anos - agita a seção de mangás shoujos de uma editora. Takano e Onodera vão abalar os telespectadores com as dificuldades do relacionamento, as brigas e a história de um amor não resolvido. Apresentando também personagens de um outro mangá da mesma autora, o Junjou Romantica - que divide a história em outros três casais - para justificar cenas e situações dentro do quadrinho. Ler este mangá pode agregar conhecimento a diversão, Seka ichi é engraçado, é diferente, é genial.


Lovely Complex

O mangá Lovely Complex é divertido, engraçado e cativante. Cada página faz você querer sempre mais, eu sempre quero mais, embora eu saiba que já acabou. Com um total de 17 volumes LoveCom conta a história de Ootani Atsushi - o garoto mais baixo de sua sala - e Koizumi Risa - a garota mais alta de sua sala - à procura do par perfeito. Fazendo uso de cenas engraçadas e trocadilhos com programas de variedades e da energia das personagens.
A arte simples e cheia de caricaturas faz cada personagem apresentado icônico, além de ser um dos maiores sucessos no Japão dentro da categoria Shoujo de Comédia por agradar um público de uma ampla faixa etária. O enredo linear e direto arrasta sua atenção e é capaz de arrancar lágrimas com a mais simples situação.


Por Kabutows

Jojo's Bizarre Adventure

Por que uma obra de 1987 e com mais de 100 volumes deveria ser lançada no Brasil? Todo o valor histórico e artístico desse mangá talvez sejam motivos o bastante, mas se isso não te convence, talvez uma das histórias mais criativas e bizarras já criada pelos japoneses - apresentando personagens muito carismáticos e situações de tirar o fôlego - possam ser suficiente. Além de quem recentemente essa franquia esteja reconquistando seu espaço no mercado japonês com animações e uma nova versão de seu mangá para colecionadores. E por fim, se isso não é motivo para Jojo's Bizarre Adventure ser publicado no Brasil, talvez estejamos perdendo a chance de ler dos maiores clássicos da Shonen Jump.


Yowamushi pedal

Recentemente tem se visto no Japão uma onda da adaptações de mangás de esporte para animes, entre esse diversos mangás é difícil encontrar algum que consiga fugir dos clichês (dos atletas de sangue quente em busca de vitória) e, ao mesmo tempo, se ater a fórmula (do trabalho em equipe) desse tipo de estória. Yowamushi pedal é uma obra que consegue se destacar nesse meio, devido a seu protagonista totalmente diferente dos comumente vistos em mangás desse gênero. Onoda, com sua personalidade tímida e gentil, consegue se destacar por ser um completo novato no esporte abordado, o ciclismo, pela sua força e perserverança, com o tempo é notável o quão empolgante é o crescimento do principal. Enfim, Yowamushi Pedal é um mangá que consegue empolgar, divertir. Merecendo seu espaço no Brasil, afinal acaba deixando um sorriso no rosto daquele que lê.



Por Okazaki

Clannad

É uma visual novel japonesa criada pela companhia de Software Key, e foi adaptada para mangá em 2005 sendo publicada pela Comic Rush. A história tem como personagem principal Okasaki Tomoya, um estudante despreocupado com a vida e que não liga muito para o futuro. Porém essa vida passiva começa a mudar quando ele conhece Furukawa Nagisa, uma garota meiga e um pouco atrapalhada, que por causa de problemas de saúde acabou repetindo de ano. Nagisa tem como objetivo em seu último ano letivo reabrir o clube de teatro, e como Tomoya tem muito tempo livre, acaba tentando ajuda-la.
Clannad não se resume a uma vida normal escolar, já que sua história se divide em duas partes, sendo a segunda depois deles se formarem. Tanto na primeira parte, quanto na segunda, o enredo desenvolve diversos problemas ligados ao dia a dia de uma pessoa normal, porém a junção desses problemas com o passado difícil dos personagens, tanto do Tomoya, quanto de outros personagens secundários, é que o torna uma das histórias mais bonitas e tocantes já feitas nesse ambiente mangá/anime, sendo a lição de vida mais forte que eu já tive em um mangá.
Por isso gostaria que esse mangá fosse publicado por uma editora brasileira, pois tenho certeza que encantaria diversos fãs do gênero, e até mesmo quem já conhece, o compraria.

  
Diamond no Ace

É um mangá shounen de beisebol feito pelo Yuji TeraJima e publicado pela Kodansha. Seu personagem principal é Sawamura Eijun, um garoto super extrovertido que mora em uma cidade no interior, mas ao passar para o Ensino médio, ele se muda para uma cidade grande e entra para um colégio de elite no beisebol.
Ao contrário de muitos mangás de esportes, a estrela de Sawamura não tem um brilho tão forte e o seu protagonismo não fica tão maçante ao leitor. Mesmo ele sendo o arremessador, posição mais importante em um time de beisebol, as partidas são construídas de um modo que todas as posições tenham sua importância, assim focando em todo o time. O trabalho de equipe é muito visado, e o companheirismo dentro do time ajuda com que isso seja feito com mais facilmente.
No Brasil foram poucos os mangás de esporte publicados, assim Dia no Ace viria para preencher essa lacuna e ainda divulgaria um pouco mais o beisebol, já que não é um esporte popular em nosso país.


Por Zekken

Shigatsu wa Kimi no Uso (Arakawa Naoshi)

Um shounen com cara de shoujo e carga de seinen? É possível e deu certo! O mangá Shigatsu wa Kimi no Uso conta sobre um jovem pianista, Arima Kousei, que após a perda de sua mãe parou de tocar piano e participar de competições de maneira misteriosa. Após 3 anos sem tocar piano, a vida de Kousei se cruza com a de Miyazono Kaori, uma jovem violinista que faz de tudo para que ele volte a tocar piano como antigamente – unindo forças com os amigos de infância do garoto, Sawabe Tsubaki e Watari Ryouta. Sendo convencido aos poucos, Kousei começa a ganhar mais segurança e enfrentar seus ‘monstros’ do passado, aprendendo algo novo com cada um de seus colegas. O mangá foi publicado entre 2011 e 2015 em 11 volumes, tendo seu anime lançado na temporada de outono do ano passado (um dos melhores na minha opinião).
Acredito que Shigatsu wa Kimi no Uso seria uma excelente pedida aqui no Brasil. O mercado de shounens é grande por aqui, o traço de shoujo faz a leitura mais prazerosa e a carga seinen torna a estória mais rica e envolvente. O mangá tem uma linearidade perfeita apesar de conter muitos flashbacks, os personagens são extremamente carismáticos e o contexto do meio musical explora a sensibilidade de quem o lê.

  
Citrus (Saburo Uta)

O mangá gira em torno de duas protagonistas, Aihara Yuzu e Aihara Mei. Após a mãe da Yuzu decidir casar-se com o pai da Mei as duas garotas acabam se tornando meio-irmãs, sendo obrigadas a viver sob o mesmo teto e frequentar o mesmo colégio tradicional feminino. Yuzu é barulhenta, espontânea e um tanto desleixada, Mei é a presidente do conselho estudantil, silenciosa e rígida – as coisas não começam muito bem na relação entre elas. E se... elas se apaixonassem uma pela outra..? Os opostos se atraem, certo? Mas como lidar com o fato delas serem irmãs? E assim se desenvolve Citrus, que começou a ser publicado em 2012 e encontra-se atualmente no 16º capítulo.
Obviamente, é um mangá do gênero yuri e acredito que mereça sua chance aqui no Brasil. Os gêneros yuri/yaoi e shounen/shoujo-ai ainda não são muito publicados por aqui, mas de algum tempo pra cá vem ganhando mais espaço e fãs. Até então a editora que tem se mostrado destaque em lançar mangás de gêneros mais diversificados é a NewPOP (tendo entre seus títulos de yaoi Loveless, Gravitation, Croquis e Blood Honey). Se for pra introduzir o gênero yuri em terras tupiniquins, Citrus é um ótimo começo. O traço é muito bonito, a estória é empolgante e a movimentação dos personagens sempre garante surpresas.

E você leitor? Qual mangá gostaria que fosse publicado no Brasil? E por que? Deixe nos comentários.

Minicast Arslan Senki EPs 10 e 11


Algumas respostas vieram à tona. Outras surpresas e pontos negativos que tratamos de mostrar nesses EPs 10 e 11.

Dê play para um mundo épico!!!

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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Crítica 5ª temporada de Game of Thrones

Game of Thrones sempre foi um seriado que agradou muita gente. Desde a sua 1ª temporada, a série chamou logo atenção pela diferença e por não ter medo de matar protagonistas. Baseada numa saga de livros, a história seguia bem paralela e sem muitas mudanças até a 4ª temporada. A partir daí e com muita força nessa, vemos muita coisa mudada, o que não necessariamente é ruim. O problema é que na temporada, foi.
Começamos a temporada com os desenrolares da última, menos a aparição do núcleo de Bran, ausente nesses 10 episódios. Stannis e sua turma continuam na muralha com Jon e a patrulha da noite, Sansa com Mindinho, Arya em Bravos e etc. A continuidade narrativa da série continua ótima. As divisões de partes por todos os episódios e entre cada temporada é sempre extremamente bem realizada, ainda mais por não contar com um protagonista. Continuando com os lados positivos, a temporada possui um roteiro cada vez mais melhorado e uma direção sempre bem realizada, mas se tratando de HBO, nada menos esperado. Além disso, a fotografia de cada um dos episódios é cada vez mais bonita. Claro que o CGI ajuda bastante, mas não se pode tirar o destaque.
Pelo lado negativo, a temporada se mostrou a pior das 5 até agora. Primeiramente pela grande quantidade de episódios fracos. Muitos podem dizer sobre alguns prepararem para acontecimentos maiores, mas o problema é que muitos não acontecem nada. O desenvolvimento fica nulo de quase tudo. Além disso, uma cena de estupro que causou uma grande discussão na internet entra como ponto negativo, nesse caso. A série busca mais uma vez o desenvolvimento de personagens masculinos explorando as mulheres. Outro ponto a se destacar foi a defasagem em certos momentos da computação gráfica. O grande clímax do episódio 9 é o maior exemplo disso.
Nesses 10 episódios tivemos 3 muitos bons: o 2º, o 8º e o 10º. Nesses três podemos ver a grande essência que gostamos de assistir em Westeros e excelentes cenas. Inclusive o season finale entrou na lista dos melhores episódios de todas as temporadas. O grande problema é que para analisar temos de ver o conjunto e Game of Thrones seguiu uma tendência de The Walking Dead: vários episódios ruins, para um bom. Esse é o maior problema que pode prosseguir até o fim da série. Principalmente pois chegamos num ponto de quase junção dos livros, o que irá acarretar problemas.
A falta de Bran fez uma grande falta. A decisão pela não colocação dele e de seu núcleo pode pesar um pouco pra frente, no sentido de ter que focar mais episódios em cima do que irá acontecer. Além disso, Sansa e Jaime parecerem meio estranhos. A mudança  dos livros gerou um pouco da necessidade de colocarem esses personagens em algum lugar para sanar a defasagem.
A 5ª temporada de Game of Thrones teve uma piora geral. Apesar disso, a série continua como um dos destaques da TV americana. Sendo um tremendo diferencial do que é possível ver em toda a TV atualmente, o seriado continua sendo muito bom, mas precisa rever certos conceitos sendo empregados e certas finalidades. Apesar disso, o final deixou o que falar e muitas teorias rolaram. Poderemos ver de tudo e um grande avanço rumo ao final da história, mas isso só a próxima temporada irá dizer.

Nota: 8/10

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Conferência de imprensa dos filmes de Ninninger e Drive



No dia 5 de Junho ocorreu a conferência de imprensa dos filmes de verão de "Kamen Rider Drive" e "Shuriken Sentai Ninninger".

As imagens que seguem essa matéria mostram os pôsters dos filmes "Kamen Rider Drive The Movie: Surprise Future" e "Shuriken Sentai Ninninger The Movie: The Dinosaur Lord's splendid scroll!" além de um olhar mais detalhado na forma de Drive a "Kamen Rider Drive Super Dead Heat".








Um vídeo com a apresentação dos Ninningers foi postado no YouTube, confiram:






Kamen Rider Drive também foi destaque na conferência, tivemos a presença do suit actor vestindo a armadura "Type Super Dead Heat" e algumas informações adicionais do filme.




Além de um video do próprio na conferência de imprensa não podia faltar: 

Três atores foram confirmados no filme, são eles:

O Comediante Shingo Yanagisawa será Shinji Koba, um oficial de alta patente da polícia, que emite um mandado de prisão de Shinnosuke. Mackenyu interpretará Eiji Tomari, o filho de Shinnosuke Tomare, Miwako Kakei será Hanaski Miku, uma idol contratada para promover o departamento de polícia. E Chris Peppler irá ser um vilão, ainda desconhecido.


                                                   Mackenyu e Miwako Kakei


                                          Shingo Yanagisawa e Takayuki Shibasaki


Takayuki Shibasaki (Drive x Gaim Movie War Full Throttle, Superhero Taisen GP) vai dirigir o filme. E, por último, a música-tema para Surprise Future, "Re-ray", será cantada realizada por Mitsuru Matsuoka e sua banda, EARNEST DRIVE.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Ultraman X: Tudo que você precisa saber sobre a nova série


A Tsuburaya revelou oficialmente a imagem principal de marketing, novas fotos, detalhes do enredo e um novo teaser da futura série Ultraman X.
O pequeno teaser já postado anteriormente, está disponível em um DVD especial da Televi-Kun, nos dá uma prévia do Ultraman X em ação. Dentre os novos detalhes foram revelados informações específicas sobres os truques de combate de Ultraman X. Usando o X-Devicer, Daichi lê a Spark Doll do Ultraman X para se “Unir” e enfrentar monstros. O golpe final do Ultraman X será o Xanadium Ray. Mas mesmo com todos os poderes garantidos por X, Daichi terá que agir com um desejo forte pela coexistência entre monstros ao invés de destruí-los.


Graças a união, Ultraman X pode acessar a Mons-Armor derivada de Cyber Monsters. Os Cyber Monsters são criaturas artificialmente criadas pela organização XiO, para pesquisa. As novas habilidades que Daichi descobriu permitem que ele leia os dados dos Cyber Monsters e use suas respectivas armaduras usando Cyber Cards em seu X-Devicer. As Mons-Armos reveladas até agora incluem Cyber Gomora (imagem acima) e Cyber Eleking.

A equipe de suporte da série, XiO, também foi revelada. O nome foi confirmado como o acrônimo para “Xeno Invasion Outcutters”. A equipe terá XiO Devicers, similares ao X-Devicer, que foi alterado pela união com Ultraman X. Cada membro terá um XiO Blaster. A arma poderá ser combinada com um Ultra Booster e se tornar um Ultrizer. O Ultra Booster é decorado para se assemelhar ao Ultraman, com o modo Ultralizer fazendo o cano da arma assumir a posição Specium Ray-Type.



A equipe é liderada pelo Capitão Shotaro Kamiki (centro esquerda), que acredita em entender o inimigo ao invés de apenas ataca-lo. A vice capitã é Suyuri Tachibana (Terceira, começando pela esquerda), antiga membro da Hyper Recue com um grade conhecimento em resgaste e reaproveitamento de materiais.

Outros membros são a protetora de Daichi e especialista em combate corpo-a-corpo, Asuna Yamase (a direita de Daichi, no centro), o silencioso atirador Wataru Kazama (segundo, pela esquerda), os operadores de comunicaçãoTakeru Yamagishi (primeira da esquerda) e Chiaki Matsumoto (primeira da direita); e o “rival” de Daichi, Hayato Kishima (segundo pela direita).

Em adição aos membros humanos, a equipe também terá um alienígena entre eles, o Professor Guruman, do planeta Fanton. Fãs irão se lembrar dos Fantons como a primeira raça de alienígenas que rapidamente se tornou amiga da Terra em Ultraman Mebius.

Apesar de não estar nas imagens, os membros do laboratório da XiO, do qual Daichi é membro, também inclui o relaxado Mamoru Mikazuki e o “animador” da XiO, Rui Takeda.

XiO será a primeira equipe de suporte desde Ultraman Mebius a utilizar Mechas como parte do seu arsenal. Eles serão o XiO Musketee, um veículo com várias formas projetado para se unir aos outros três veículos terrestres: oXiO Porthos, o XiO Aramis e o XiO Athos.

A combinação com o Portos resulta no Land Musketee, com o Aramis resulta com Space Musketee e com o Athos, resulta no Sky Musketee.



Ultraman X irá estrear no Shin Ultraman Retsuden, no próximo conjunto de episódios que começa em 14 de Julho. Episódios de Shin Ultraman Retsuden podem ser vistos nas Sextas no Tsuburaya YouTube Ultra Channel.

Minicast Shuriken Sentai Ninninger EPs 11 e 12


Num combo de capítulos moderados para bom. Estamos de volta para comentar a sequência de coreografias bem desenvolvidas. Uma reviravolta, e uma revelação importante. 

Dê play para um universo onde os shinobis são a PARTY ALL NIGHT!!!


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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Crimes Ocultos – Crítica

Por Ultraboy

Escrito e dirigido por Richard Price, Crimes Ocultos como é chamado no Brasil vemos como um jovem garoto perdeu a família e o lar na Rússia e, mais tarde, se tornou um herói na Segunda Guerra Mundial, acompanhamos Leo Demidov (Tom Hardy, de Mad Max) como policial na União Soviética comandada por Stalin. Quando o filho de um colega de trabalho morre de forma misteriosa, Leo tem que enfrentar as normas políticas da época (“não há assassinatos no paraíso”) para descobrir a verdade e desvendar as mortes de diversos garotos.

A premissa do longa tinha tudo para se estabelecer na telona e ser mais um daqueles dramas históricos bem sucedidos. Entretanto, o filme opta por não explorar alguns ricos elementos de sua história, preferindo investir em reviravoltas constantes do que em desenvolver seus personagens. O que é bem possível que esse longa caia no esquecimento por acabar desfavorecendo todo o contexto da narrativa, mesmo com um elenco de peso, onde nomes como o já citado Tom Hardy, além de Noomi Rapace, Gary Oldman, Joel Kinnaman, Vincent Cassel, Fares Fares, Jason Clarke e Charles Dance.
Responsável pelo bom Protegendo o Inimigo, o sueco Daniel Espinosa decepciona na direção. Ele conduz a obra de forma quadrada e nada original. A fotografia, a trilha, a montagem. Tudo passa a sensação de que já foi visto milhões de vezes na telona. Dentre os pontos positivos, destacam-se a direção de arte e os figurinos. A ambientação é realmente bem-feita. E ainda existem duas cenas de ação no filme que valem o destaque, pois roubam os eternos momentos maçantes da narrativa que não engata.
Crimes Ocultos não alcança as ambições de ser um estudo de personagem ou de analisar como uma investigação clandestina como a aqui retratada pesa sobre os envolvidos – para isso seria necessário que o filme se importasse com seus personagens e suas motivações. No fundo, o longa tinha espaço e oportunidades de sobra para não se tornar tão oco e enfadonho, mas infelizmente conseguiram nos apresentar um thriller dramático sem uma espinha dorsal empolgante e com um amplo espírito criminal ou social, que de tal modo, poderia desencadear num resultado final pouco merecedor de elogios, que coloca em evidência algumas más opções que foram tomadas por figuras que são conhecidas por já terem feito papéis melhores.

Se vale ou não a pena? Bem eu diria, se você não estiver fazendo nada e esbarrar com esse longa na sua programação diária, não será a pior coisa do mundo, mas quem gosta de história pode convencer por pegar uma intriga sociopolítica profundamente curiosa que nos retrata de um ponto de vista ligeiramente diferente o clima de insegurança que se vivia no auge ditatorial da União Soviética de Joseph Stalin.


Nota: 5.8

sábado, 6 de junho de 2015

Minicast Arslan Senki EPs 8 e 9


Nos episódios 8 e 9 debatemos sobre a morte de Kharlan, um personagem importante no contexto do anime. Conclusões e explicações que esses dois capítulos proporcionaram. Estaremos nós cada vez mais perto de compreender o destino do Rei Andrágoras?

Dê play para um universo épico!!

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quinta-feira, 4 de junho de 2015

DC You-niverse revela seus novos títulos


A DC Comics divulgou o novo DC You-niverse em um novo trailer promocional que mostra todos os novos títulos. A Canário Negro vai adotar o estilo punk rock. Estelar receberá sua primeira série solo. Superman está sem seus poderes, tem sua identidade secreta revelada e espalhada por todo o país. Batman está desaparecido e uma família vilã com ligações com Batman Beyond está apoiando um robo-Batman da GCPD (Gotham City Police Department) com o Comissário Gordon como "piloto".

Tantas mudanças estão chegando ao universo da DC depois da Darkseid War. As consequências da batalha épica entre o Anti-Monitor e Darkseid para a restauração do multiverso, irá desencadear algo que ninguém consegue imaginar... E isso irá se refletir no fato de que ninguém sabe em que Terra cada história estará ocorrendo.





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