REVIEW DOCTOR WHO S09E05 - THE GIRL WHO DIED

E se você descobrisse que a morte é uma habilidade?

PODCAST #18 - POR QUE ASSISTIR DOCTOR WHO ♥

Aqui discutimos sobre o porque Doctor Who, considerada a série mais antiga viva deve ser assistida. Vamos ouvir?

CRÍTICA AO FILME: PERDIDO EM MARTE

Que tal dar uma espiada na nossa mais nova crítica?

CRITICA DO LIVRO: ATÉ O FIM DA QUEDA

Que tal parar pra ler um pouco de literatura nacional fantástica?

SEMANA DO TERROR

Gostosura ou travessura? Essa semana trazemos nada mais nada menos que calafrios de te tremer a espinha. Que tal dar uma olhada em nossas travessuras diárias? Clica vai!

domingo, 24 de maio de 2015

Podcast #8 Toys Story: A Trilogia



Aqui debatemos sobre a trilogia de uma das animações mais aclamadas da história da Pixar. Como ela compôs nossa infância. Os personagens favoritos do grupo, os momentos que mais marcaram, seus easter eggs e um pouco sobre a história da PIXAR.

Dê play para um mundo repleto de referências e easter eggs!!


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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Dica do Ultraboy nº 2


Yo!! Hora da Dica do Ultraboy nº 2!!! Pelo Hype que toda net está depois do término da primeira temporada de The Flash, o conceito viagem no tempo está em alta. Pensando nisso, vamos explorar uma das produções de maior sucesso no Japão dentro da franquia Kamen Rider.


Kamen Rider Den-O (仮面ライダー電王, Kamen Raidā Den'ō, Masked Rider Den-O?) é a 17ª série de televisão da franquia Kamen Rider que é co-produzida pela Ishinomori Productions e pela Toei Company. Começou a ser exibida no Japão pela TV Asahi no dia 28 de Janeiro de 2007.
   Na trama Ryoutarou Nogami é um jovem comum, com uma terrível maré de azar. Até que criaturas estranhas conhecidas como Imagins aparecem pela cidade. Logo depois de saber que é um Ponto Singular no tempo, ele se compromete a proteger o tempo, passando a ser o principal alvo dos Imagins malígnos.
   Os Pontos Singulares podem existir fora do tempo e eles não podem ser afetados pelas alterações no tempo feitos pelos Imagins. Os Pontos Singulares são: Ryoutarou, Hana, Kai e o proprietário do Den-liner. Imagins são criaturas do futuro que vieram para o ano de 2007 para alterar o passado e criar o futuro como eles gostam e para isso passam por um processo. Escolhem uma pessoa e concedem um desejo.
   Com o desejo concedido, eles se conectam a memória da pessoa escolhida e volta no tempo para alterar o passado e causar os maiores estragos na linha do tempo. Esse processo é conhecido como um contrato entre o humano e o Imagin. Ryoutarou logo conhece os quatro Imagins bons principais que se comprometem a ajudá-lo a proteger o passado, presente e o futuro. De início, ele conhece Momotaros, um Imagin vermelho que vive sempre nervoso, depois Urataros, que é exatamente o oposto de Momotaros, sempre calmo e pensador. Kintaros um imagin chamado carinhosamente de urso pelo seu tamanho e por ser resistente como uma rocha, além de ter um bom coração. E Ryoutarus um imagin travesso cheio de problemas, mas com um poderoso poder da mente. Além de outros que podem vir a se tornar o Den-O por um curto período de tempo. 
A franquia Kamen Rider não é conhecida pela comédia, entretanto, Kamen Rider Den-O explorou essa premissa tão bem, que possui mais de seis filmes, e até hoje aparece em produções atuais. Garanto que darão boas risadas com essa produção e para aqueles não familiarizados com o humor asiático pode descobrir novos gostos depois de assistir essa série.

CLIMAX JUMP!!!!

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quarta-feira, 20 de maio de 2015

The Flash Primeira Temporada (Crítica)



Contém Spoilers

A maior audiência da CW teve seu final de primeira temporada deixando saudades e emocionando seus expectadores. Para uma série que poucos davam a devida credibilidade no início, The Flash se provou mais do que merecedora de sua linha temporal.
O velocista escarlate vivido pelo ator Grant Austin desempenhou o papel muito bem, defendeu o senso de justiça de Barry Allen até o final. Surpreendendo em diversas cenas, que foi merecedor do papel. Na trama Barry é um cientista de medicina forense, que trabalha para polícia de Central City. Após a explosão do acelerador de partículas, evento que ocasiona tudo e move o destino da temporada, ele se torna o Flash. A desenvoltura através da S.T.A.R labs é o grande cenário para uma batalha épica entre espaço e tempo. Aos amantes dos quadrinhos conhece muito bem a capacidade do velocista de cruzar a barreira temporal. Sim estamos falando de viagem no tempo. Um conceito que até a metade da temporada ainda era incerto, mas foi inserido de forma impactante e comovente.
Agora a respeito do desenvolvimento dos personagens, os atores simplesmente se divertem em cena. Principalmente Tom Cavanagh, que vive Dr Wells, o mentor do herói e de outros personagens e o vilão da temporada. A natureza vilanesca do plano de seu personagem (uma figura paterna para Barry), logo superada por mais um momento tocante envolvendo Joe West (o “pai” que o protagonista teve após a morte de Norah). Que, por consequência é suplantado pela participação sempre pontual de John Wesley Shipp. Diante de todo esse caos que está a série, entre criações de novas linhas do tempo, mudanças que podem tirar personagens da trama principal e um vilão manipulando a vida de Barry, temos diversas referências que são diretamente ligadas a HQ ou o mundo da cultura pop.  Como não se sentir imerso na história sabendo que temos Cisco um personagem nerd que tem o olhar de todo e qualquer fã de super-heróis em tela quando ele nomeia os vilões e heróis e diz frases como: “Até logo e obrigado pelos peixes” ou “May the force of speed be with you”, entre outras. Como não torcer para Caitlin reencontrar com seu noivo novamente, não há como não sentir cada abraço, cada sorriso desferido pelos personagens ao final de uma temporada estupendamente construída. Com um senso de urgência a se ater aos detalhes que virão a seguir, de fato pensando além da adaptação, com um herói mais humano.

A série conquistou seu espaço com cenas primordiais que salvaram muitas das vezes a temporada, de algo que já estava bem desenvolvido, para algo ainda melhor. Como o romance entre Eddie e Iris, que acaba funcionando, graças a um ótimo diálogo do policial com o Dr. Stein, vivido por um Victor Garber, que está mais à vontade no papel de cientista. Não há como negar: o roteiro deste final de temporada é um dos melhores já filmados no Universo Televisivo da DC no CW, e talvez até entre as adaptações da editora em outras ocasiões, seja na TV, como no cinema. A preocupação dos realizadores em deixar claro o tema do heroísmo, e como isso reflete diretamente as escolhas feitas pelos personagens, gera uma plot, tematicamente, impecável.
Os vilões são uma questão a parte, os menores, mas não menos importantes como Capitão Frio (Wentworth Miller ator de Prison Break), que aparece diversas vezes e não deixa a desejar. E de bônus a galeria dos vilões começou a ser formada, portanto somos apresentados ao Onda Térmica e a Patinadora Dourada. A julgar pelos eventos no fim dessa temporada podemos esperar que o Mago do Tempo e Capitão Bumerangue retornem aos seus papéis para aliança dos vilões. A série não apenas introduziu seus vilões, mas deixou bem claro o destino deles nas próximas temporadas. O elenco também não deixou nada a desejar com aparições especiais de Mark Hamill, reprisando seu papel como vilão The Triskster da série clássica de Flash, e o próprio John Wesley que antes era o Flash.
Além disso, a temporada nos presenteou com um pouco do futuro de Barry enquanto ele corria para viajar no tempo. Uma delas foi o famoso museu do Flash no futuro, também foi visto uma cena da próxima série de heróis, Legends of Tomorrow, a própria Caitlin Snow como a Killer Frost, uma versão do Barry na cadeia e o capacete de Jay Garrick. Para quem não sabe, Jay é o Flash da Terra-2. Então, o que faria o capacete de Jay no meio do que seria a Terra-1?


The Flash termina com mais perguntas do que respostas, mas uma coisa é certa; as respostas obtidas na temporada são mais do que satisfatórias para um término emocionante. E o que não pode parar é: RUN BARRY RUN!!!

terça-feira, 19 de maio de 2015

Crítica The Last Man on Earth

Uma das series que foi citadas pela equipe no podcast de séries mais aguardadas de 2015 (link do cast) parecia ter um objetivo claro: mostrar a vida de Phil Miller(Will Forte) sozinho na terra após algum evento que seria explicado. Essa ideia inicial começa até de uma maneira interessante, mas se perde completamente no decorrer dos 13 episódios.
 “The Last man on earth” conta a trajetória de Phil, o ultimo homem que sobrou em todo o planeta terra, e demonstra como ele passa todos os seus dias e os costumes adiquiridos. Essa premissa básica é quebrada logo após o fim do primeiro episódio com a aparição de Carol (Kristen Schaal), na qual parece um total contraste com o protagonista do seriado.
Os pontos positivos do seriado parecem se denegrir com o decorrer dos episódios. A começar pelas atuações: Will começa muito bem no personagens, mas parece que sua interação e expressões vão se tornando cada vez mais bizarras e totalmente desnecessárias. Além disso, o personagem se torna cada vez mais chato e irritante com o passar da linha narrativa. Já Kristen se mantém bem durante toda a temporada, mas sem passar disso também. Outras aparições de personagens também são feitas (não quero falar muito para não dar spoilers), mas todas que começam regulares e se tornam caricatas; seguindo pelo roteiro, que se inicia de uma premissa interessante, mas no final nem o nome da série tem mais sentido; Por último, os episódios. Eu não considero que o seriado não teve nenhum excelente episódio. Alguns são bons, outros nem tanto, outros péssimos. Faz o tempo passar, mas se limitam muito a isso.
Duas coisas que se mantém bem realizadas desde o início são a direção e a fotografia. A primeira, feita por Phil Lord e Christopher Miller (diretores de Anjos da Lei 1 e 2), é feita de uma maneira inteligente e razoável com o decorrer da narrativa. O timing cômico dos diretores é muito bom, mas o roteiro consegue estragar a maioria das cenas. A segunda, que possui sempre tons pastéis, consegue reforçar bem a condição passada pelas personagens. Sempre se mostrando bem clara e dando uma excelente ilusão de esquecimento.
A comédia da série não é muita, mesmo sendo uma série de comédia. Ela faz alguns risos de canto de boca e algumas vezes maiores, mas se limitam muito a isso. O drama que se forma a cada passagem de episódio funciona extremamente melhor do que toda a graça, que pouco acontece. Além disso, a utilização de certas piadas machistas e forçadas, não levam a graça pra frente.
 O final dos 13 episódios é, de certa forma, bem esperado pelo desenrolar. Ele tenta usar uma conotação de algo totalmente inesperado, mas que não o é. Além disso, todo o final deixa muito mais dúvidas do que respostas. Tem também a questão do sentido do nome do seriado, que parece se tornar esquecido conforme passam os episódios.
A primeira temporada de “The Last man on earth” acerta em alguns pontos, mas erra em sua maioria. Tenta começar como uma série engraçada, mas se torna devidamente enfadonha e desnecessária.Não indico a ninguém.


Nota: 4,5

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Arrow: Terceira Temporada (Crítica)


Contém spoilers

Aqui estamos no terceiro ano consecutivo do arqueiro nas telinhas, e apesar dessa temporada ter rendido mais críticas do que pontos positivos, os showrunners Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Andrew Kreisberg souberam conduzir a temporada para um final aceitável.

O terceiro ato da jornada de Oliver Queen (Stephen Amell) como o Arqueiro se inicia com o playboy tentando viver uma vida dupla. O par romântico com Felicity Smoak (Emilly Bett) certamente era o que a maioria dos fãs queria ver em tela. Entretanto, não tarda para que Oliver perceba que vai precisar de mais do que vestir um capuz e empunhar um arco para se tornar um verdadeiro herói. O inimigo da vez é Ra’s al Ghul (Matthew Nable), que já mencionado na temporada anterior, agora passa a ser um personagem fixo no seriado.
Os defeitos dessa temporada em relação as outras, estão no roteiro propriamente dito, pois faltou fluidez na condução dos episódios. A morte de Sara, a Canário Negro nos primeiros capítulos serve de gancho para dar início a sequência de fatos que discorrerão. O que traz a Liga dos Assassinos para mais perto de Starling City. O desenvolvimento dos personagens nesse ato deixou a desejar nos detalhes, a exemplo do Arsenal que pouco aparece, e quando possui a chance de brilhar é ofuscado pelo roteiro. John Diggle demora a se destacar, mas quando o Arqueiro começa a faltar; é quando ele entra em ação e não pára mais. Um personagem que de fato se manteve nos holofotes. Junto com Felicity Smoak, onde o triângulo amoroso dela com Ray Palmer (Átomo) tornou ela mais ativa, mas ao mesmo tempo extremamente irritante. Só vindo a fazer real diferença na season finale.
Thea Queen (Willa Holland) foi outra capaz de se estabelecer bem na temporada, vai desde seu treinamento com seu pai Malcolm Merlyn (John Barrowman) até seu retorno dos mortos através do poço de Lázaro, deixando claro sua entrada oficial como Speedy. Laurel Lance (Katie Cassidy) funcionou bem como parte da equipe assumindo o manto de sua irmã, mas no início deixou muito a desejar, vindo a se destacar mais apenas nos últimos capítulos, quando chega a hora dos personagens B da série fazerem um pequeno crossover com The Flash; Cisco melhora o clássico grito da Canário Negro. Além da amizade com Nyssa Ghul, desse ponto em diante ambas as personagens foram mais humanizadas, ao passo que a identificação com elas se tornou mais evidente.
Os flashbacks dessa vez desconstroem completamente a narrativa, não colaborando em praticamente nada. Com exceção de juntar a personagem Katana no presente. Não obstante, o objetivo da A.R.G.U.S em contratar Oliver Queen ficou sem qualquer sustento, e o desfecho disso não levou a nada além de algo inevitável que já estava explícito desde da presença da midseason. O retorno final do esquadrão suicida só serviu para apagar um dos vilões mais importantes nos quadrinhos da DC, O Pistoleiro. Visto que o filme do Esquadrão Suicida está a caminho, a série preferiu não ter duas faces da mesma moeda nas telas, mesmo que elas tenham suas distinções. O que foi um erro.
No que diz respeito ao sucesso das séries Arrow e The Flash, e sua sobreposição, fez surgir a ideia de Legends of Tomorrow . Como a nova a produção foi aprovada no meio da recém finalizada temporada, os roteiristas tiveram que inserir elementos chave de uma hora para outra, como o Poço de Lázaro e os metahumanos que não adquiriram seus poderes através da explosão do acelerador de partículas de The Flash. Essas mudanças talvez tenham refletido na falta de consistência de algumas tramas, como a entrada de Oliver para a Liga, algo que aconteceu às pressas e gerou confusão de conceitos, e a importância de Nyssa (Katrina Law) e Ray (Brandon Routh). Isso sem falar na saída de atores como Colton Haynes e J.R. Ramirez, que tinham papeis importantes e precisaram ser excluídos do planejamento. Esse foi um dos grandes fracassos dessa temporada, a falta de planejamento gerou um roteiro, que antes era criterioso e agora, não passou de desajustado.

Os produtores fizeram questão de enfatizar, por meio de entrevista coletivas, que a terceira temporada de Arrow encerraria um ciclo e, ao fim dela, a série que conhecíamos já não existiria. E assim foi, com um final de temporada que poderia servir como final de série, muitos ganchos para o próximo ano e um vilão já declarado, Damien Darhk, líder da C.O.L.M.E.I.A, ex-integrante da Liga dos Assassinos e o Nêmesis de Ra’s Al Ghul. A sensação, novamente, é de que quiseram dar um fim corrido nas tramas estabelecidas para que a próxima temporada pudesse começar ainda mais alinhada com The Flash e Legends of Tomorrow. Dando a entender, que estão criando um universo integrado mais coeso, no entanto não estavam preparados para isso. E uma coisa ficou clara o novo Team Arrow com Canário Negro, Nyssa, Atom, Speedy e Diggle funciona sem o Arqueiro. Dessa forma, a crise de identidade da série e do protagonista faz sentido em um plano maior. Mesmo que tenha parecido errado abordá-la nesse momento, ela serviu para colocar em ordem o que havia sido estabelecido até agora.
Arrow encerrou seu terceiro ato como se a série de fato tivesse terminado, o que tenho certeza que para alguns que acompanham talvez tenha acabado mesmo depois desta. O cenário vazio que se formou, sem a figura tão desejada do Arqueiro Verde parece ser apenas uma ideia distante.


Nota: 5.3

Minicast #4 Anime Arslan Senki EPs 6 e 7



De volta para debater sobre o anime Arslan Senki, personagens voltam a aparecer, novos são apresentados. E decisões importantes sendo tomadas.

Dê play para um shounen épico!!

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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Gotham 1º Temporada (Crítica)


Gotham decepcionou. Não digo por ser uma série ruim, mas ao meio de boas séries de heróis que vemos em nossa volta, essa primeira temporada não conseguiu chegar nem perto do nível e da força que Flash, Arrow e Demolidor possuem.
A temporada nunca veio com o objetivo de ser sobre heróis. Ela retrata a história do Detetive Gordon (Ben McKenzie), um iniciado na policia da cidade de Gotham, e suas buscas em tentar ser o único policial honesto, em um local de corruptos. Ao mesmo tempo, ele tenta solucionar o caso das mortes de Thomas e Martha Wayne, assassinados na porta do teatro.
 A série se baseia em dois grandes pilares: apresentação/desenvolvimento de personagens e uma série criminal. Se você não for fã ou não conhecer muito do personagem Batman e gosta de séries de crimes, esse é o mundo certo para você visitar. Mas, vamos explorar os dois pontos. Sobre o primeiro, muitos vilões e parceiros do futuro personagem Batman são apresentados aqui: Pinguim, Máscara Vermelha, Mulher-Gato, Alfred, Barbara, Charada e, claro, o futuro Comissário Gordon. Pinguim e a Mulher-Gato de longe se destacam nesse meio. A atuação dos geniais Robin Lord Taylor e Camren Bicondova deve ser destacada. Sobre outros personagens, que nunca apareceram em histórias nos quadrinhos, temos um destaque maior para Fish Mooney (Jada Pinkett Smith), que rouba a cena em diversos momentos. O segundo pilar vem junto com um ponto negativo, a repetição da série. O sistema de casos da semana não funciona em nada aqui e serve pra deixar a trama mais arrastada e desnecessária. Claro que alguns episódios se destacam, mas, de uma maneira geral, esse sistema se mostrou falho.
Gotham possui outros lados positivos. Começando pela lindíssima fotografia, que passa de uma forma bem interessante todo o clima e força da cidade, ou seja, uma grande soturnidade e depressão. Além disso, a trilha sonora se encaixa de uma maneira muito boa no andar da trama. Ela não sobe muito mais do que a narrativa, mas também não chega a descer e atrapalhar. O ritmo dos episódios também pode ser um grande destaque. Por último, as atuações, de uma maneira geral, se demonstram muito interessantes. Todos os personagens relevantes têm alguns bons momentos e de grande força a continuidade do enredo.
Pelo lado negativo, além do ponto citado mais acima, o seriado também conta com a falta de empolgação para o público. Explico: Numa cena final de um episódio temos um momento que seria épico para o seguinte, mas esse momento passa apenas uma percepção de ‘ok’ para o público geral. Além disso, a direção de todos os episódios é bem genérica e fica numa constante nada agradável.

O final da temporada levou alguns questionamentos sobre as próximas. Não empolgam, mas deixa uma certa dúvida de novas aparições e da transformação do personagem de Bruce Wayne em Batman.
A primeira temporada de Gotham é razoável. Começa bem, mas depois desanda muitas vezes e seguidamente. Tem algumas grandes atuações, uma boa apresentação de personagens e um grande clima, mas peca em tentar estabelecer frustrados casos da semana e os erros comuns de séries policiais. Vale, mas nem tanto.


Nota: 7,1/10

terça-feira, 12 de maio de 2015

Minicast #3 Anime Arslan Senki EPs 4 e 5





Discutimos os episódios 4 e 5 do anime Arslan Senki, a entrada do personagem Narsus, e o começo da invasão a Pars.

Se você é fã de universos épicos dê play!!!

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Minicast #4 Shuriken Sentai Ninninger EPs 7 e 8





Voltamos para falar sobre Shuriken Sentai Ninninger eps 7 e 8, sendo o sétimo um especial. Engrandecemos a ação, mas metemos o malho no roteiro mal desenvolvido, que apela cada vez mais para o humor desnecessário.

Dê play para um mundo, onde os shinobis não se escondem!!!

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sexta-feira, 8 de maio de 2015

ABC aprova três comédias e seis dramas, incluindo mais um de Shonda Rhimes

Pelos próximos dias, várias novas séries serão anunciadas para a temporada 2015-2016 na televisão americana. Na noite de quinta, dia 7, a rede ABC confirmou que deu o sinal verde para a produção de nove projetos, que agora virarão novas séries: três comédias e seis dramas. Saiba mais sobre cada um deles a seguir.

Dramas

The Catch

Com a produção de Shonda Rhimes e Betsy Beers (ambas de Grey’s AnatomyScandal e How to Get Away With Murder), The Catch promete ser uma nova série de suspense centrada na forte e bem-sucedida Alice Martin (Mirelle Enos, de Guerra Mundial Z e The Killing). Ela é uma investigadora de fraudes que está prestes a se tornar uma vítima de uma fraude perpetrada por seu próprio noivo. Entre um caso e outro para resolver, ela está determinada a encontrar o noivo, antes que isso arruíne sua carreira.
Além de Enos, o elenco da nova série ainda conta com Alimi Ballar (Numb3rs), Damon Dayoub (The Hog), Jay Hayden (Código Vermelho), Jacky Ido (Bastardos Inglórios), Bethany Joy Lenz (One Tree Hill), Rose Rollins (Missão: Impossível 3The L Word) e Elvy Yost (Oldboy: Dias de Vingança).
Of Kings and Prophets

Uma épica saga bíblica sobre fé, ambição e traição, contada pelos pontos de vista de um rei cansado de batalhas, um poderoso e ressentido profeta e um jovem pastor engenhoso, que estão prestes a colidir com as forças do destino.
No elenco estão Simone Kessell (Terra Nova), Oliver Rix, Maisie Richardson-Sellers (The Originals), Mohammad Bakri (Tyrant) e James Floyd. Entre os produtores-executivos estão Jason Reed (As Tartarugas Ninja), Reza Aslan (Bhutto) e Mahyad Tousi (Blindsight).
Série ainda Sem Título de Pate e Fishburne

Conhecido anteriormente como Boom, o novo seriado de drama mostra a história de Billy e Cody Lefever, que sonham em ter uma vida além de suas origens de classe trabalhadora e se mudam para a região do Bakken, na Dakota do Norte, que está efervescendo depois da maior descoberta de petróleo na história dos Estados Unidos. Logo eles são confrontados com um magnata implacável, que os força a apostar alto e colocar tudo em risco, inclusive seu casamento.
No elenco estão Don Johnson (Miami Vice), Scott Michael Foster (Chasing Life), Chace Crawford (Gossip Girl), Rebecca Rittenhouse (Red Band Society), India de Beaufort (Jane By Design), Delroy Lindo (Believe), Caitlin Carver (The Fosters), Yani Gellman (Pretty Little Liars) e Amber Valletta (Revenge).
A produção fica a cargo de Josh Pate (O Impostor) e Rodes Fishburne, que também foram roteiristas do projeto, além de Tony Krantz (24 Horas), Drew Comins e Don Johnson (Miami Vice).
The Family

A nova série de suspense mostra o retorno do filho de um político, um rapaz que todos achavam que estava morto, depois de ele ter desaparecido há mais de uma década. Enquanto o misterioso rapaz é recebido de volta pela família, suspeitas emergem: será que ele realmente é quem diz ser?
The Family conta com um elenco composto por Zach Gilford (Friday Night Lights), Joan Allen (The Missing), Andrew McCarthy (Um Morto Muito Louco), Alison Pill (The Newsroom), Liam James (O Verão da Minha Vida), Rarmian Newton (Dance Academy), Rupert Graves (V de Vingança), Madeleine Arthur (Supernatural), Alex Steele (Degrassi: The Next Generation).
A produção está a cargo de Jenna Bans (Grey's Anatomy), Todd Lieberman (O Vencedor), David Hoberman (Monk) e Laurie Zaks (Castle).
Wicked City

A nova série dramática, conhecida anteriormente como L.A. Crime, mostrará a cada temporada um caso diferente e real de uma era famosa da história de Los Angeles. A primeira temporada começa com um assassinato de 1982 em Sunset Strip, um caso que envolve drogas e rock and roll. Alianças são formadas entre detetives, repórteres, traficantes e frequentadores de casas noturnas para solucionar o caso de assassinatos seriais.
No elenco estão Erika Christensen (Parenthood), Taissa Farmiga (American Horror Story), Darrell Britt-Gibson (The Wire), Adam Rothenberg (Ripper Street), Holley Fain (Grey’s Anatomy), Anne Winters (Tyrant) e Ed Westwick (Gossip Girl).
Quantico

Nesta nova série dramática, um grupo bastante diversificado de recrutas chegam à base do FBI em Quântico para serem treinados. Eles são os melhores, mais brilhantes e mais testados, então parece impossível que um deles seja suspeito de ser a grande mente por trás do maior ataque a Nova York desde 11 de setembro.
No elenco estão Aunjanue Ellis (NCIS: Los Angeles), Dougray Scott (Hemlock Grove), Jake McLaughlin (Believe), Tate Ellington (Lembranças), Priyanka Chopra (Barfi!), Aunjanue Ellis (Homens de Honra), Yasmine Al Massri (Caramelo), Johanna Braddy (A Mentira) e Graham Rogers (Revolution). A série foi criada por Josh Safran (Gossip GirlSmash) e Mark Gordon (Criminal Minds).
Comédia
The Real O'Neals

A série de comédia oferece uma visão contemporânea de uma família católica aparentemente perfeita, cujas vidas sofrem uma reviravolta inesperada, quando verdades surpreendentes são reveladas. Mas, em vez de arruinar a família, a honestidade inicia um novo capítulo mais bagunçado da vida deles, com todos parando de fingir que são perfeitos e começando a agir de maneira mais fiel ao que realmente são.
No elenco estão Jay R. Ferguson (Mad Men), Martha Plimpton (Raising Hope), Noah Galvin, Mathew Shively, Bebe Wood e Mary Hollis Inboden. A produção fica a cargo de Dan Savage, Brian Pines e Dan McDermott.
Dr. Ken

O Dr. Ken é um médico brilhante, mas que não se comunica muito bem com seus pacientes. Ele sempre está tentando ser um bom médico, bem como um bom marido e pai. No entanto, suas boas intenções terminam sempre deixando todos loucos à sua vida, seja em casa, seja no trabalho. Para a sua sorte, sua esposa, que também é terapeuta, sabe quem seria o parceiro certo para mantê-lo são.
A série tem no elenco Ken Jeong (Community), Albert Tsai (Trophy Wife), Dave Foley (Hot in Cleveland), Suzy Nakamura (Go On), Tisha Campbell-Martin (Martin), Jonathan Slavin (Better Off Ted) e Krista Marie Yu (The Thundermans).
The Muppets

Os Muppets estão de volta com uma série contemporânea, no estilo de documentário, que, pela primeira vez, vai explorar a vida pessoal deles e seus relacionamentos, tanto em casa, quanto no trabalho, bem como os romances, os rompimentos de relacionamentos, as decepções e os seus desejos. A comédia promete ter um tom mais adulto, para as crianças de todas as idades que moram dentro de nós.
A produção e o roteiro da nova série ficam a cargo de Bill Prady (The Big Bang Theory) e Bob Kushell (Anger Management).
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