REVIEW DOCTOR WHO S09E05 - THE GIRL WHO DIED

E se você descobrisse que a morte é uma habilidade?

PODCAST #18 - POR QUE ASSISTIR DOCTOR WHO ♥

Aqui discutimos sobre o porque Doctor Who, considerada a série mais antiga viva deve ser assistida. Vamos ouvir?

CRÍTICA AO FILME: PERDIDO EM MARTE

Que tal dar uma espiada na nossa mais nova crítica?

CRITICA DO LIVRO: ATÉ O FIM DA QUEDA

Que tal parar pra ler um pouco de literatura nacional fantástica?

SEMANA DO TERROR

Gostosura ou travessura? Essa semana trazemos nada mais nada menos que calafrios de te tremer a espinha. Que tal dar uma olhada em nossas travessuras diárias? Clica vai!

quinta-feira, 12 de março de 2015

O Lobo mau virou detetive...




Aziraphale novamente vindo de uma voltinha por Saturno demorei por que tive problemas no maldito cinturão de asteróides, maldição sempre me perco por lá,
Mas enfim voltei para a segunda crítica de game, novamente da Telltale, mas dessa vez se chama “Wolf Among Us” baseado na HQ de sucesso Fábulas, criada por Bill Willingham e desenhada de forma fantástica por Mark Buckingham a HQ de 150 edições algo incrível para o selo em que foi publicada, a Vertigo da editora norte-americana DC Comics. Na trama que em parte lembra a série Once Upon a Time, sendo alvo de discussão de que essa amada série de TV captou muito mais do que devia das historias em quadrinhos de Fábulas, até por que a HQ é muito anterior ao piloto da série de TV, mas discussões de lado, um ser poderoso, destruiu o mundo das fadas e todas as criaturas mágicas, sem ter para onde ir, vieram parar onde parece que todo mundo sem ter para onde ir vai... Nova York, por que não né, tem a Broadway, Times Square, a estátua da Liberdade, ótimos restaurantes, o Central park, por que não, terra de sonhos né... Não é bem assim, eles estão num mundo que não é o deles, e muitos tem formas, pouco corriqueiras, mesmo para as estranhas pessoas que moram em Manhattan, enfim, nada que um pouco de imaginação não resolva, mas mesmo assim vai parecer viagem de alucinógenos, porém vamos ao jogo.

            Primeiro vale mencionar que você não precisa ter lido a HQ para jogar o jogo, nem ao jogá-lo antes atrapalhará sua leitura futura, caso deseje ler a HQ depois, já que a história do jogo foi totalmente criada pela Telltale e se passe anos antes do que é mostrado na primeira edição da HQ, vale mencionar que vários personagens da HQ tem papel importante no jogo, sendo todos velhos conhecidos nossos, jogamos como o Bigby the Wolf, ou o (Bigbadwolf) que não é mais tão mal assim, mas tem suas recaídas, ele até fez amizade com um dos três porquinhos, RS, enfim ele é um detetive do mundo das fabulas, que vivem em um conjunto de apartamentos e, é responsável por toda uma área pequena da cidade, após salvar a vida de uma jovem, você entra num universo de crime, prostituição, corrupção, crime organizado, é parece que o povo dos contos da fadas aprendeu rápido o esquema do nosso mundo.  A trama segue o mesmo estilo característico da produtora, ou seja, um point and click, em que suas escolhas alteram o futuro dentro do jogo, admito que isso pode estar cansando, já que a produtora o faz igual por anos, mas não sei se é saudosismo, já que esses eram os jogos que mais jogava quando era pirralho no meu planetinha, mas não canso de jogar, acho extremamente divertido, e me tira da febre de apertar furiosamente vários botões ou da preocupação de se tenho vida ou não para o próximo chefe, lógico que amo tudo isso, mas fugir, mesmo às vezes ainda é a melhor opção.
            O jogo vai ter vários personagens que farão a alegria, não só dos fãs das HQs, como de quem cresceu ouvindo histórias de contos de fadas estão lá a Ariel, Branca de Neve, O Caçador, Ichabod Crane, a Bela e a Fera, o espelho mágico, além de trolls e várias outras criaturas e personagens de contos de fada. Na trama que segue brilhantemente o estilo Noir, você precisa investigar o assassinato de uma mulher, mais Noir impossível, e a trama cresce cada vez mais, até você ir num caminho sem volta. Mais uma vez a Telltale entrega um ótimo roteiro e mostra que nesse quesito eles não precisam nem ficam devendo a nenhum outro estúdio. Com relação aos gráficos eles seguem o mesmo padrão da desenvolvedora, sem serem absurdos, mas limpos e bonitos de se jogar.
            Em suma, mais uma ótima pedida, vale lembrar que como todo point-and-click são histórias curtas, dando para terminar o jogo e pegar tudo em um final de semana, mas se você jogar não vai se arrepender, tanto por ser um estilo clássico, como por ter certeza de que no futuro todos jogaremos novamente só para lembrar, é algo que não se dá para evitar. Agora vou até o sol tentar diminuir esse calor, por que não dá mais né RS, mas não prometo nada, vejo vocês na próxima aventura, eu chamaria vocês para ir comigo ao espaço mais longínquo, mas infelizmente minha nave só dá para mim, bem eu e um certo robô chato, mas deixa quieto, hehe vejo vocês em breve, até lá senta aí e leiam um bom livro, ou vejam ou filme sei lá...


Wolf Among Us Nota 8.

terça-feira, 10 de março de 2015

Crítica The Babadook

Os filmes de terror não têm empolgado tanto nos últimos anos. Com algumas poucas ressalvas, esse gênero tem se demonstrado fraco, mas aí vem de um filme independente e australiano o melhor longa desse de pelo menos da última década.
 A película conta a estória de Amelia (Essie Davis), uma mãe solteira , viúva e atormentada pela morte do marido, no dia do nascimento de seu filho. Inclusive, o prólogo do filme pra demonstrar essa situação é maravilhoso. Samuel (Noah Wiseman), filho de Amelia, é um garoto extremamente atormentado. Ele tem um medo constante de monstros e é um pouco paranoico com mortes e destruições. Certo dia, sua mãe lê um livro para o garoto dormir chamado Mr. Babadook, que inicialmente começa inocente, mas vai se tornando um verdadeiro pesadelo. A partir daí, aparições sobrenaturais começam a acontecer.
 Os pontos positivos desse excelente filme começam com a direção. A diretora Jennifer Kent tem um trabalho maravilhoso em conduzir perfeitamente bem toda a narrativa. Ela sabe criar uma tensão perfeita nas cenas e consegue usufruir do máximo de todos os atores do elenco. Um trabalho digno de ser lembrado. Continuando com o roteiro primoroso da mesma. Extremamente bem trabalhado em desenvolver perfeitamente as duas personagens centrais da trama e até bem também o monstro que dá nome ao longa. Aliás, esse merece também um destaque especial. A demora para o seu aparecimento tem uma perfeita explicação de desenvolvimento das demais personagens, mas quando ele aparece o medo se torna constante até o final. Sem precisar dar nenhum susto, como os filmes de terror mais recentes sempre fazem.
 Os trabalhos de atuação também são dignos de lembrança. Essie Davis está espetacular em todos os 93 minutos. Um trabalho que poderia ser lembrado tranquilamente no Oscar. O garoto Noah Wiseman também está perfeito. Entre as melhores atuações mirins nos últimos anos no cinema. Pode-se acreditar perfeitamente que ele está com medo a todo o momento e o afeto por sua mãe, mesmo que de uma maneira não tão convencional. A fotografia e a trilha sonora do longa são bem lembráveis. A primeira, sempre sombria criando uma tensão em toda a narrativa. A cidade, a casa, os carros, as roupas, tudo é voltado mais para o escuro. A segunda, se encaixa perfeitamente em todos os momentos. Essa demonstra quando o Babadook está em locais próximos e como os personagens estão com esses aparecimentos.
 Os pontos negativos são apenas dois: personagens secundários e clichês. Pelo primeiro lado, alguns personagens secundários aparecem e desaparecem sem ter uma grande importância pro desenrolar. A vizinha de Amelia e um colega de trabalho são os principais nesse ponto. Eles parecem ter importância, mas somem sem explicações. No segundo lado, a película não deixa de se utilizar dos clichês do gênero. Desde luzes piscando, o porão e o gato desnecessário, fazem todo o longa perder um pouco seu grande brilho.
 “The Babadook” é um dos melhores filmes de terror dos últimos anos. Tem excelentes atuações, uma direção maravilhosa e um grande roteiro, além de excelentes aspectos técnicos. Além disso, possui um final perfeito e extremamente bom para debates. Apesar disso, não foge de certos clichês do gênero e de uma falha.

Nota: 8,9/10

sábado, 7 de março de 2015

Ela não é o Aang

Resenha – Avatar: A Lenda de Korra



Continuação da série Avatar: A Lenda de Aang, este recente sucesso da Nickelodeon não podia ficar sem sua resenha aqui no blog. A série foi anunciada em 2010, após a grande repercussão de Aang, sendo lançada (finalmente) em 2012 no próprio canal da Nick. Em seu cenário nós vemos o mundo 70 anos depois do fim da primeira série, dando foco à Republic City – cidade criada por Aang e Zuko, atual centro político mundial e cidade mista de habitantes dobradores e não dobradores. Desta vez a estória gira em torno da Avatar sucessora de Aang, Korra. Korra é o extremo oposto de Aang, e, para a pessoa que vos escreve, este foi um dos pontos cruciais para o sucesso desta série. Dito isto, vamos começar a falando um pouco de cada temporada e em seguida farei uma avaliação geral.
Livro 1 – Ar
No Livro 1 vemos nossa protagonista como uma adolescente de 17 anos impulsiva, ansiosa e louca por pancadaria [
divaaa s2]. Ao contrário do Aang, Korra cresceu com toda a assistência que um Avatar pode ter – foi treinada pelos melhores mestres e cercada num ambiente de treinamento totalmente seguro, sendo protegida pela Lótus Branca. Após anos de preparo, a jovem Avatar se vê na necessidade de sair daquele ambiente pequeno no Polo Sul e ver mais do mundo, podendo ainda receber o treinamento de dobra de ar com o último Mestre do Ar, Tenzin, filho caçula de Aang. Reforçando ainda mais as diferenças entre os dois avatares protagonistas, Korra consegue dobrar água [óbvio, sendo ela da tribo da água], fogo, terra mas até então nem uma brisa de ar. Nesta parte revemos como a dobra dos elementos está ligada à personalidade da pessoa. Aang tinha dificuldade em dobrar terra, por ser um garoto muito calmo, não agressivo e extremamente espiritualizado; Korra apresenta dificuldade não apenas em dobrar ar, mas principalmente em se conectar com o lado espiritual do Avatar, por ser agressiva, impetuosa e impaciente. O que inclusive fez algumas pessoas (a princípio) não gostarem dela.




Indo para Republic City, Korra começa a formar seu círculo de amizades e também a chamar a atenção da opinião pública. Se na época de Aang era difícil ser o Avatar com a Nação do Fogo caçando-o, nesta nova fase vemos um nível de dificuldade diferente, onde Korra é perseguida pela impressa e sofre com as pesquisas de popularidade divulgadas nos jornais. Inclusive, outro ponto que fez algumas pessoas não gostarem dela foi essa sensibilidade pela falta de amadurecimento para lidar com críticas, tanto dentro quanto fora da série.
Lutando ao lado de Korra temos:
Mako e Bolin: São irmãos e, nesta primeira temporada, atletas de um jogo chamado Pro-Bending (esporte praticado por dobradores de fogo, terra e água tão popular em Repulic City quanto o futebol no Brasil). Korra entra para o time deles, os Furões de Fogo, se tornando uma Avatar atleta e treinando junto com eles.

Asami Sato [*OVARIES EXPLODED*]: Filha de Hiroshi Sato, dono magnata das Indústrias do Futuro, Asami vai muito além de uma “filhinha de papai” que cresceu e foi criada na riqueza. Ela é uma garota inteligente, independente, linda, excelente motorista de seja qual for o meio de transporte, criativa engenheira mecânica e mestre em artes marciais. Nesta primeira fase não tem uma relação tão próxima com Korra por elas duas mostrarem interesses amorosos por Mako, mas mesmo assim isso não impede que ela faça parte do Time Avatar (formado por ela, Korra, Bolin e Mako).


Tenzin e família: Como dito anteriormente, Tenzin é o filho mais novo de Aang e Katara, sendo também o único dobrador de ar entre seus irmãos. Além disto, ele exerce importância política por ser Conselheiro do Parlamento de Republic City. Sua família é composta por Pema (esposa de Tenzin, mãe de seus filhos), Jinora (a filha mais velha devoradora de livros e mais séria dos irmãos), Ikki (filha do meio tagarela e doce), Meelo (a definição de um garoto com problemas com gases) e Rohan (o caçula bebê). A família de Tenzin se torna também uma extensão da família de Korra, sendo ela tratada como irmã mais velha pelas crianças e praticamente uma “afilhada” de Tenzin e Pema. Os três filhos mais velhos são, assim como o pai, dobradores de ar e tentam ajudar a Avatar a desenvolver suas habilidades na dobra e na espiritualidade.

Lin Bei Fong : Filha da Toph, Chefe da polícia de Republic City e, assim como a mãe, excelente dobradora de terra e metal. Aliás, parecida com mãe até mesmo em seu comportamento, durona e extremamente ríspida. Em seu primeiro encontro com Korra acaba prendendo-a mas, com o passar do tempo, se mostra bastante preocupada com a jovem Avatar e se sente responsável por ela. Uma personagem que vai muito além de um a mulher casca grossa.

Mas, uma trama não se faz apenas de mocinhos. Nesta primeira temporada, e eu diria em todas as outras, os vilões de A Lenda de Korra são muito bem trabalhados e sempre parecem infinitamente mais fortes do que nossa protagonista. Apresentando agora, o vilão do Livro 1: Amon. Este é o misterioso líder de uma organização chamada de Igualistas, grupo de defende um discurso anti-dobradores; sendo, obviamente, composto por pessoas que não tem habilidades de dobra elemental. Estas pessoas seguem o discurso de Amon que diz que os não-dobradores são marginalizados e oprimidos por “não serem especiais”. O mais intrigante é o fato do pensamento deste vilão ganhar força por suas habilidades misteriosas [as quais eu não vou contar porque seria um spoiler e eu quero que vocês assistam :v].

Livro 2 - Espíritos
Após seu conflito com Amon, Korra busca meios para aperfeiçoar suas novas técnicas tanto em dobra de ar quanto com seu lado espiritual recentemente aflorado. A Avatar segue de volta à sua terra natal no Polo Sul, onde sua tribo e navios de carga tem sofrido com ataques de espíritos enfurecidos por nenhuma razão aparente ao princípio.
Levando consigo o Time Avatar e Tenzin nesta viagem, podemos vê-la também interagindo com novos personagens:

Unalaq: Tio de Korra, irmão do pai dela, Tonraq. Também é o chefe da Tribo da Água do Norte e um grande conhecedor dos espíritos e tradições ligadas a eles – principal motivo pelo qual resolve intervir na Tribo da Água do Sul, chefiada por seu irmão - sendo ainda um excelente dobrador de água. Não tem uma relação muito boa com o irmão e meio que disputa o posto de tutor de Korra com Tenzin nesta fase (que é outro personagem que tem um importante passo de crescimento).

Eska e Desna [weird people ‘-‘]: Irmão gêmeos, filhos de Unalaq e obviamente primos de Korra. Eska é uma garota e Desna é um garoto, SIM, é importante dizer isto. Figuras um tanto exóticas e com um jeito de falar muito peculiar, são próximos e fiéis ao pai e ótimos dobradores de água também.


Varrick: Provavelmente o maior magnata da série tendo fortíssimas referências do Tony Stark em sua personalidade. Arrogante e metido mas, definitivamente, não do jeito convencional [eu diria que ele e Bolin são os personagens mais divertidos da série]. Possui também uma mente revolucionária e extremamente criativa, um inventor cheio de ideias tanto brilhantes quanto loucas. Acompanhado sempre de sua assistente Zhu Li (que poderia facilmente ser um robô multiuso,aliás muito mais que isso até). Varrick também é dono da frota de navios que tem sofrido com o ataque dos espíritos e por isso se envolve na plot. Sua influência de mercado e política também o torna um parceiro de negócios em potencial para Asami e as Indústrias do Futuro.

Kya e Bumi: Irmãos mais velhos de Tenzin, Kya dobradora de água e Bumi não-dobrador. São fundamentais para que vejamos como se dava a relação dentro da família criada por Aang e Katara, coisa que tem algum destaque neste Livro.

Voltando ao enredo, nesta temporada temos um cenário político muito bem explorado na relação das tribos do Norte e Sul, mas creio que se der mais detalhes ou exemplos estarei tirando vários momentos de surpresa. Inclusive, a própria Republic City sofre mudanças significativas em seu governo desde o rebuliço causado por Amon.

Apesar de toda esta trama em torno das tribos da água, o ponto mais forte dessa temporada se dá em dois episódios específicos, onde vemos em duas partes como surgiu o primeiro Avatar: Wan.
[o primeiro Avatar...o número um...em inglês “one”...Wan...sacaram? :v]
Uma belíssima animação, ensinamentos muito profundos e ainda uma emocionante história sobre o sacrifício e a missão que é ser o Avatar. Contribui muito no crescimento da nossa protagonista.

 



Ainda dentro desta parte, e mais para o final dela, Korra terá que lidar com situações extremamente complicadas e que colocam suas habilidades de Avatar numa conjuntura desesperadora [principalmente pra quem assiste, eu quase me desesperei @-@’].
Os criadores começam a mostrar que Korra vai ser a Lara Croft das séries animadas. Mas, para o nosso alívio e felicidade, o amadurecimento de Korra e sua autoestima nos dão belas lições de vida e nos mostram que ela não é menos cativante do que Aang (muito pelo contrário aliás). Um nome chave para esta temporada? Nada mais nada menos que: Jinora (Aang estaria muito orgulhoso desta neta com toda a certeza).

Livro 3 – Mudanças
Como diz o próprio nome, esse período traz consigo reviravoltas muito fortes e presentes ao longo dele. Novos dobradores de ar, Republic City habitada por espíritos dos mais variados, surpresas dentro da família Bei Fong e uma visita ao reino de Ba Sing Se fazem desta temporada provavelmente a mais complexa de toda a série! [e particularmente minha favorita, assistam para descobrir como chegamos a este ponto, haha] Voltamos a ver também o Time Avatar viajando pelo mundo, dando um feeling nostálgico da Lenda de Aang, saindo do centro de acontecimentos que até então era Republic City e passando o bastão para o  Reino da Terra.

Korra, nesta parte um pouco mais velha, revela-se cada vez mais uma Avatar que sabe mostrar serviço e se torna mais feminina, atraente e bastante sensata. Nesta temporada temos dois pontos extremamente importantes:
1. A Lótus Vermelha: uma organização de propósitos desconhecidos porém com um forte interesse na Avatar e em suas habilidades.
2. Zaheer: um personagem construído de maneira FENOMENAL e líder desta organização.

Temos personagens novos? Temos. Temos vilões? Também. Se eu vou falar sobre eles e descrevê-los? Não vou, hehe. E, infelizmente, sinto que não posso e os motivos são bem simples. O fato é que tais revelações dão spoilers absurdos pra quem não assistiu a série, mesmo que obviamente a discussão sobre esses personagens novos e vilões seria algo maravilhoso de se falar sobre.
[aproveitem e nos mandem e-mails ou mensagens no Facebook se quiserem discutir isso e poder falar sobre spoilers, a Zekken aqui terá prazer em respondê-los :3]
Ao final desta temporada não esqueçam de separar seus lenços e sejam corajosos para verem cenas fortíssimas dentro deste desenho. Nesta fase, A Lenda de Korra mostra que, diferentemente da Lenda de Aang, a animação está voltada realmente para um público mais velho e não necessariamente infantil. Aliás, eu acredito que esta série não é de criança mesmo. Há uma complexidade maior também nos ensinamentos e falas dos personagens neste período, que ficou com uma filosofia muitíssimo rica. O final desta temporada vai ditar completamente a plot da sua sucessora.

Livro 4 – Equilíbrio
Como o dito anteriormente, o que define totalmente o curso desta temporada é o final da terceira. Após passar por uma experiência fortíssima, Korra é obrigada a passar três anos distante de seus amigos, de Republic City e do resto do mundo. Nesta parte o tal equilíbrio é exatamente a nossa protagonista tentando lidar com as consequências desta experiência e desses três anos afastada de tudo e todos.  Por isto e por outros acontecimentos deste Livro, é reforçada a ideia de que A Lenda de Korra não é uma série que deveria estar na classificação infantil exatamente; ela abre espaço para discussões de temas como depressão, crise de identidade e ditaduras. Um final muito bonito e com direito a polêmicas encerraram a série com uma sensação de missão cumprida.

Quadro geral: 


Antes mesmo de sua estreia, Avatar: A Lenda de Korra carregava consigo um grande desafio: suceder A Lenda de Aang mantendo o alto padrão dela. Quando eu soube que haveria uma sequência do primeiro Avatar e que a protagonista seria uma garota, eu me lembro de ter ficado muito empolgada (mesmo não tendo conseguido acompanhar desde seu lançamento por motivos de estudos, hehe). Apesar disso, eu soube que muita gente estava largando a série logo no inicio exatamente por pensarem que a Korra era “muito chata, impulsiva que só faz besteira, não sabe nem manter a calma, menina macho, muito diferente do Aang” [mimimimimimi...zzzzzzzz]. É verdade que não é fácil lidar com gente muito ansiosa, mas parece que essas pessoas ficaram tanto na expectativa de ter um “padrão Avatar” – aquele personagem bonzinho demais, espiritualizado e superciente de suas responsabilidades – que nem deram uma chance pra própria Korra ou pro resto de sua jornada. Vale lembrar que na primeira estória fica visível o quanto Kyoshi, Roku e Aang são distintos entre si, então não se podia esperar menos em relação à Korra. Mesmo assim, a série teve que lidar com uma rejeição da nova Avatar tanto dentro quanto fora dela, e o fato de eu poder ter visto este começo e acompanhado até o seu vitorioso final me faz sentir muito orgulho por ela.

Desde sua antecessora e ao longo da série vemos uma evolução nos traços da animação, a beleza dos movimentos de dobra e dos cenários não deixam nada a desejar (principalmente no Livro 3). A ambientação em estilo steampunk também foi um dos pontos mais fortes dela, proporcionando a sensação certa da passagem de tempo de Aang até Korra e sendo muito bem explorado pelos roteiristas e desenhistas.

No geral, as quatro temporadas tiveram um bom ritmo e enredos bem construídos. Considero o Livro 2 não tão forte quanto os outros mas, mesmo tendo uma primeira metade não tão empolgante, a partir do episódio 7 (Inícios) ela retoma a ação e nos dá um final intensíssimo. A base política também foi algo muito interessante de se acompanhar na Lenda de Korra, a cada temporada uma referência diferente relacionada aos seus vilões correspondentes – anarquia, Guerra Fria, totalitarismo são alguns exemplos – coisa que não vimos na Lenda de Aang, onde temos o Senhor do Fogo Ozai como vilão principal do início ao fim.

De todas as suas características, de longe a mais marcante da série foi o trabalho na evolução de personagens. Na maioria das séries onde temos um protagonista mais imaturo, no máximo ele e mais duas figuras mostram um amadurecimento ao longo da estória; na Lenda de Korra vemos um crescimento grupal, onde até mesmo os mais velhos e com o perfil que seria (à princípio) “fixo” aprendem a lidar com questões de personalidade e velhas feridas. Isso foi feito de uma maneira muito sutil e bem pensada, ao meu ver. A força das mulheres, não apenas a Korra, também rompe com vários estereótipos sem minimizar a feminilidade delas, foi algo bonito de se ver.

Focando um pouco na evolução da Korra (e meio que dando um spoiler por ser algo que eu REALMENTE não poderia deixar de falar), vemos em certa parte uma referência aos Studios Ghibli e seu filme Contos de Terra e Mar, no qual ambos os protagonistas têm que enfrentar seus medos e lidar com suas sombras. Dentro dos conceitos da psicanálise, a sombra é “como o indivíduo oculta nos recônditos de sua psique tudo que é rejeitado pelos padrões sociais e por si mesmo (...) do domínio da força bruta, ou seja, o monstro escondido dentro de cada um (...)”. Como o dito anteriormente, A Lenda de Korra está muito além de um desenho infantil. O fato dela trazer reflexões deste nível (não apenas neste momento mas em toda a série) nos envolve muito mais com os personagens, fazendo o sentimento de empatia inevitável.

Com tudo o que A Lenda de Korra aborda, a animação levou o título de subversiva e um dos pontos que deixa isso bem nítido foi a polêmica do seu final. Os criadores, Mike DiMartino e Bryan Konietzko, além de tudo que poderia ser colocado na série resolveram por tornar a relação de dois personagens homoafetiva. SIM, Avatar: A Lenda de Korra foi o primeiro desenho da Nickelodeon a mostrar um casal homossexual canon, ou seja, verídico dentro da trama. Sobre esta parte (obviamente não revelarei os nomes dos personagens) mas devo dizer que, até chegar a ser real, a revelação implícita do casal foi feita de forma bastante delicada e bonita. Muitos ainda criticam o fato dele existir com os argumentos de que “Agora tudo tem que ter personagem gay? Antigamente era melhor! Não tinha essa pouca vergonha! Querem nos fazer engolir os homossexuais de qualquer jeito! Não é coisa que se mostre pra criança!” [mimimimimimimimimi...zzzzZZZZzZzzzZZZ]. Para estas pessoas, uma parte da resposta da dupla de criadores foi: “(...) essa decisão não foi feita apenas por nós. Fizemos isso por todos os nossos amigos, familiares e colegas gays. Já passou da hora da nossa mídia (inclusive a mídia infantil) parar de tratar pessoas não-heterossexuais como não-existentes, ou como algo exclusivamente provocativo.” [*aplaudindo de pé*]. Em resumo, representatividade para que as crianças, jovens e até mesmo adultos que acompanharam a série possam começar a ver homossexuais como pessoas que tem o direito de amar, assim como qualquer ser humano.

 Enfim, a série de Korra cumpriu bem a sua missão. Não deixou a desejar na sua qualidade em relação à de Aang, nos trouxe uma estória cheia de encanto mesmo que tratasse de temas fortes e pesados, desafiou expectadores em seus tabus, ensinou lições para toda a vida e nos deu personagens e uma protagonista que serão sempre lembrados com muito carinho e orgulho. Ainda não se sabe se haverá uma continuação (um Avatar dominador de terra no caso) mas aconteça o que acontecer, aguardarei ansiosamente para ser surpreendida e envolvida mais uma vez por este mundo da série Avatar.


(Crítica) Kingsman – Serviço Secreto



Uma verdadeira ópera frenética, é como Kingsman – Serviço Secreto pode ser definido. O diretor de X-Men: Primeira Classe e Kick Ass: Quebrando Tudo, Matthew Vaughn está de volta em mais um trabalho original homenageando símbolos da cultura pop como: James Bond, Jack Bauer, Jason Bourne e Guerra nas Estrelas.
Ao lado de Mark Millar, um sujeito que mesmo trabalhando nos dois grandes selos da mídia, DC e Marvel, vez ou outra cria histórias peculiares como O Procurado e Superior. Ambos constroem uma trama singular, sofisticada com personagens “ferrados”, que através de um acontecimento se tornam os futuros heróis urbanos. Mesmo sendo uma obra adaptada, Kingsman desponta quase como um alívio neste momento em que o mundo da ação é tomado por super-heróis e sequências infinitas. Obviamente que estamos loucos para ver Vingadores: Era de Ultron e Batman Vs Superman: Dawn of Justice, mas também queremos produções que introduzam novos elementos e personagens desconhecidos.
O ascendente a herói Gary ‘Eggsy” Unwin (Taron Egerton), um jovem que mora com sua mãe, sua irmãzinha recém nascida e com seu padrastro barra pesada, cercado de maus elementos do bairro. Seu futuro não parece muito promissor, até que Harry ‘Galahad’ Hart (Colin Firth) aparece em sua vida. Um agente que faz parte da organização secreta Kingsman – um grupo britânico responsável por casos extragovernamentais. E enxerga no jovem potencial para ser o próximo Kingsman. Além disso, Harry deve sua vida ao pai de ‘Eggsy’, ex-Kingsman.



O longa pode ser dividido em duas partes, no primeiro momento o treinamento de ‘Eggsy’ para se tornar o próximo Kingsman. E em segundo momento o embate contra o vilão Valentine (Samuel L. Jackson), que como qualquer outro pretende dominar o mundo e criar uma nova era. Entretanto, o filme possui uma quebra de clichês nas horas certas provendo ritmo a trama. O humor na dose certa favorece nas cenas de maior clímax do longa. Não obstante, a trilha não falha em revigorar o ambiente em crescente sintonia com estilo de antigos filmes de espionagem.


O elenco não deixa a desejar, destaque para a perigosa Gazelle (Sofia Boutella), a assistente de Valentine. Onde ao mesmo tempo pode-se ver que ela é uma homenagem clara aos vilões dos primeiros longas de 007, como também nos entrega uma personagem feminina forte e letal. Sem mencionar a presença icônica de Michael Caine como Chester King. Taron Egerton desempenha uma segurança no jovem aspirante a espião ao passo que seu lado rude contrabalanceia bem a sua calma em instantes de tensão. Sophie Cookson posta como seu par romântico e uma Bond girl acaba surpreendendo por ter um espaço importante para finalização da intriga.
Seu único pecado repousa sob o fato de ser longo, quando a trama não exige tal longevidade na tentativa de descrever mais o background. De modo que, para corrigir isso o diretor se utiliza da ação de maneira pulsante atrelada a trilha elegante.

O natural dom de filmagem de Matthew Vaughn aplicado a cenas e ação é primoroso. Sua fotografia inteligente também deve ser levada em consideração. De todos os momentos a cena na igreja demonstra seu incrível talento para e passagem de câmera. Além de pôr Colin Firth para partir para porrada em uma sequência de violência de dar inveja. Com muita ação, um senso de humor notório e suas frases de efeito essenciais. Kingsman – Serviço Secreto não é qualquer filme, chegou aos cinemas desprendido de um gênero capaz de alcançar múltiplos públicos

Nota: 9,7


quinta-feira, 5 de março de 2015

The Last Man On Earth (Primeiras impressões)




O texto abaixo contém spoilers

Como seria estar sozinho no mundo, onde você é o último homem do planeta depois de uma praga que aparentemente dizimou a humanidade? Algo que daria um certo terror, entretanto, a mais nova estreante na FOX é voltada para comédia e ficção científica.
Se drama e suspense são seus gêneros favoritos essa série pode não ser a melhor escolha, mas tem um gostinho de quero mais no seu contexto, pois quem não quer saber o que um único cara pode encontrar no planeta “desabitado”? Bem, Phil Miller (Will Fonte) era apenas um cara normal que amava sua família e odiava seu emprego no banco; agora ele parece ser a última alma viva do planeta e talvez a última esperança da humanidade.
O ano que estamos é 2020 e, depois que um vírus letal acabou com a vida humana em todo o planeta, apenas Phil sobreviveu. Usando seu carro, ele rodou o país em busca de outros sobreviventes, tendo viajado para todas as cidades dos Estados Unidos, México e Canadá, sem encontrar ninguém. Enquanto retorna para sua cidade natal em Tucson, Phil chega à conclusão de que é, com quase toda a certeza, o último homem vivo sobre a face da Terra.
A solidão é uma das maiores dificuldades, Phil até conversa com Deus na intenção de que Ele o envie uma mulher. A falta da vida sexual aterroriza o homem. Quem não se desesperaria. Phil até mesmo assiste “Náufrago” conversando com a tv. Desmontando assim as possíveis acusações de que a ideia da série seria chupada do filme. Como Tom Hanks no cinema, desenha rostos em bolas de basquete, beisebol e pingue-pongue e conversa com elas. Fala pelos cotovelos é claro.
Em nenhum momento a série lhe passa a sensação de angústia como a pós-apocalíptica de sucesso The Walking Dead. Ao invés disso estamos em Tucson sabendo que um único homem está vivo. Mas o que ele pode encontrar? Está mesmo sozinho? Deus pode realizar seu desejo de trazer uma mulher a sua vida?

Quando tivermos a impressão de que o roteiro não vai dar em lugar nenhum, num completo beco sem saída, eis que o herói onanista encontra uma mulher. Mas, como a vida não é fácil, ela é feiosa e desagradável.



sábado, 28 de fevereiro de 2015

(Review da temporada) Marvel Agent Carter






O texto a seguir contém spoilers

Após os dois primeiros capítulos em que vemos o seriado se vender como produto derivado do longa de Capitão América. A partir do terceiro episódio os roteiristas decidiram demonstrar o quão a figura da Agent Carter pode se sustentar sozinha.

A trama mais lenta nos capítulos três e quatro traz a chance para o desenvolvimento dos personagens, onde temos um pouco mais de conhecimento sobre passado de Jarvis. E o envolvimento de Howard Stark (Dominic Cooper) com Peggy. O mundo de invenções de Stark, que dá espaço para o humor está atrelado ao fato dele desconhecer como suas próprias invenções funcionam. Sem contar seu lado galanteador para um histórico de promiscuidade, que em todo momento é enfatizado. Mais uma vez a participação de Stan Lee em suas séries foi de costume em uma cena contracenada com Howard Stark. Apesar, de Peggy manter seu disfarce é bom lembrar que a série se passa na década de 40, quando se vivia em uma sociedade extremamente machista. E em determinado momento ela quase se deixa levar pelo fato de ser uma mulher forte, e requerer da missão cumprida um voto de confiança.



Nos capítulos que seguem podemos observar uma mudança de cenário que ocorre já no capítulo cinco, o que acarreta na tensão que levará até o final da temporada. E o nome Leviatã se torna mais evidente. Os mistérios que circulavam o “massacre” em Finow tomam rumo, após os agentes resgatarem Johann Fennhoff um psiquiatra Russo com o dom do hipnotismo. E logo se mostra um dos braços de Leavitã, que se infiltrará na SSR (Strategic Scientific Reserve, agência que mais tarde será absorvida pela SHIELD). Na metade da série é perceptível o triângulo amoroso montado entre o agente Jack Thompson (Chad Michael Murray), Daniel Souza (Enver Gjokaj) para com a inglesa Peggy, que eles ainda a vêem como uma donzela em perigo. E mesmo seu chefe Roger Dooley (Shea Whigham), não a leva a sério.
O consolo de Carter ocorre nas cenas com Angie Martinell (Lindsy Fonseca) sua melhor amiga e garçonete, que almeja ser uma atriz. Nos momentos em que mais a protagonista precisa, ela vai estar lá para suprir essa necessidade. A volta de Dum-Dum Dugan (Neal McDonough) estabelece um ponto de ruptura na série, quando dá indícios sobre a possível fonte de criação da Viúva Negra, assim que a vilã Dottie Underwood (Bridget Regan) começa a se mover. E também a ligação com o vilão Dr Fausto (Ralph Brown) e o programa de criação do Soldado Invernal. 

No que diz respeito aos aspectos técnicos as produtoras executivas Tara Butters e Michelle Fazekas fizeram questão de construir cenas nostálgicas para os leitores de quadrinhos. Ao estilo de filmes antigos a cena no capítulo quatro em que o Jarvis está discutindo com dois capangas de uma gangue e a jogada de sombra na parede de proximidade da Agent Carter, prova o quão atentas as produtoras foram em memorizar seu público mais tradicional.

Um ponto de destaque do seriado é o figurino (feito por Giovanna Ottobre-Melton), nos inconfundíveis ternos e gravatas aos rapazes e nos vestidos que demonstram a feminilidade e a força para as mulheres. A atmosfera da base da SSR, escondida por uma empresa telefônica, o hotel para moças e o restaurante de época são apenas algumas das construções que nos permite imergir na década de 40 com muito louvor. Sem esquecer da rádio-novela que romantiza as aventuras do Capitão América ao lado de uma tal Betty Carver.
O tom de melancolia levantado no início da temporada chega ao seu fim com um ar de superação, no qual Peggy percebe que deve superar a “morte” de Steve Rogers. Essa primeira temporada foi capaz de mostrar que não é preciso ser exatamente fã de quadrinhos para se assistir Agent Carter. E Hayley Atwell (Peggy Carter) foi capaz de se constituir numa excelente possibilidade para um espaço para uma personagem feminina na Marvel. Agora é esperar o anúncio de uma segunda temporada para acompanharmos em primeira mão Peggy se tornando a lendária agente da SHIELD.


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Live Long and Prosper: Leonard Nimoy




É com pesar que viemos publicar essa matéria em homenagem ao ator que fez a infância e uma vivência mais feliz ao mundo nerd.

Leonard Nimoy, o homem que ficou marcado como o Vulcano Spock. Parte da tropa estrelar Enterprise da serie de tv Star Trek. Além de atuar Nimoy era poeta, fotógrafo e músico. Mas foi em Spock que ele encontrou o herói que todos viriam a amar e se identificar. Dando vida a um dos personagens mais icônicos da tv no século 20. Uma mente genial, intolerante, mas com um coração enorme. Eternizado pela frase “Live Long and Prosper” (na língua vulcana  “Dif-tor heh smusma”). 
Sem se dar conta da magnitude de seu personagem escreveu duas autobiografias. Uma intitulada de “I’m not Spock” em 1977. “I Am Spock” em 1995.

 “Mesmo hoje, eu sinto as falas vulcanas, as atitudes e até mesmo a emoção de ser um Vulcano, está impregnado no meu comportamento” Nimoy escreveu alguns anos após a série Star Trek acabar. E declarou que se lhe fosse lhe dada a escolha, ele escolheria ser Spock.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Podcast No.4: O que é uma boa literatura?




E aí pessoal! Nesse podcast teremos um tema mais polêmico. Ultra Boy, Zekken, Lireth e Ilúvatar debatem sobre o que é uma boa literatura?. Nele falaremos sobre os clássicos brasileiros, as salas de aula e a literatura de fora. Confiram!

Link para download: https://mega.co.nz/#!dMJXkIya!Ia4-XNDF9qKqgwB4Jlzube87GXgmaHr_E1dvbxh11QI

Soundtrack:
 One Republic - Good Life
 Sugarland - Stuck Like Glue
 Simon & Garfunkel - Mrs. Robinson
 Foster The People - Call It What you want
 Oh Land - Sun of a Gun
 Akdong Musician (AkMu) - Melted
 Christina Perri - Sea Of Lovers
 The Preatures - Somebody's Talking
 Akdong Musician - Anyway]
 Vampire Weekend - Ladies of Cambridge
 Oh Land - Rainbow
 Will Butler - Anna

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Vencedores do Oscar

Agora a pouco terminou a 87ª edição da premiação mais famosa do cinema, o Oscar. 'O grande hotel Budapeste' e 'Birdman' foram os grandes vencedores da noite com 4 estatuetas cada, já 'Whiplash' veio logo atrás com 3. Veja a lista dos vencedores logo abaixo:
Melhor filme:
"Sniper americano"
"Birdman"
"Boyhood: Da infância à juventude"
"O grande hotel Budapeste"
"O jogo da imitação"
"Selma"
"A teoria de tudo"
"Whiplash"

Melhor diretor:
Alejandro Gonzáles Iñárritu ("Birdman")
Richard Linklater ("Boyhood")
Bennett Miller ("Foxcatcher: Uma história que chocou o mundo")
Wes Anderson ("O grande hotel Budapeste")
Morten Tyldum ("O jogo da imitação")
Melhor ator:
Steve Carell ("Foxcatcher")
Bradley Cooper ("Sniper americano")
Benedict Cumberbatch ("O jogo da imitação")
Michael Keaton ("Birdman")
Eddie Redmayne ("A teoria de tudo")
Melhor atriz:
Marion Cotillard ("Dois dias, uma noite")
Felicity Jones ("A teoria de tudo")
Julianne Moore ("Para sempre Alice")
Rosamund Pike ("Garota exemplar")
Reese Witherspoon ("Livre")
Melhor ator coadjuvante:
Robert Duvall ("O juiz")
Ethan Hawke ("Boyhood")
Edward Norton ("Birdman")
Mark Ruffalo ("Foxcatcher")
J.K. Simmons ("Whiplash")
Melhor atriz coadjuvante:
Patricia Arquette ("Boyhood")
Laura Dern ("Livre")
Keira Knightley ("O jogo da imitação")
Emma Stone ("Birdman")
Meryl Streep ("Caminhos da floresta")

Melhor figurino:
"O grande hotel Budapeste"
"Vício inerente"
"Caminhos da floresta"
"Malévola"
"Sr. Turner"
Melhor maquiagem e cabelo:
"Foxcatcher"
"O grande hotel Budapeste"
"Guardiões da Galáxia"
Melhor filme em língua estrangeira:
"Ida" (Polônia)
"Leviatã" (Rússia)
"Tangerines" (Estônia)
"Timbuktu" (Mauritânia)
"Relatos selvagens" (Argentina)
Melhor curta-metragem:
"Aya"
"Boogaloo and Graham"
"Butter lamp (La lampe au beurre de Yak)"
"Parvaneh"
"The phone call"
Melhor documentário em curta-metragem:
"Crisis Hotline: Veterans Press 1"
"Joanna"
"Our curse"
“The reaper (La Parka)"
"White earth"
Melhor mixagem de som:
"Sniper americano"
"Birdman"
"Interestelar"
"Invencível"
"Whiplash"
Melhor edição de som:
"Sniper americano"
"Birdman"
"O hobbit: A batalha dos cinco exércitos"
"Interestelar"
"Invencível"
Melhores efeitos visuais:
"Capitão América 2: O soldado invernal"
"Planeta dos macacos: O confronto"
"Guardiões da Galáxia"
"Interestelar"
"X-Men: Dias de um futuro esquecido"
Melhor animação em curta-metragem:
"The bigger picture"
"The dam keeper"
"Feast"
"Me and my moulton"
"A single life"

Melhor animação:
"Operação Big Hero"
"Como treinar o seu dragão 2"
"Os Boxtrolls"
"Song of the sea"
"O conto da princesa Kaguya"

Melhor design de produção:
"O grande hotel Budapeste"
"O jogo da imitação"
"Interestelar"
"Caminhos da floresta"
"Sr. Turner"
Melhor fotografia:
Emmanuel Lubezki ("Birdman")
Robert Yeoman ("O grande hotel Budapeste")
Lukasz Zal e Ryszard Lenczewski ("Ida")
Dick Pope ("Sr. Turner")
Roger Deakins ("Invencível")
Melhor montagem:
"Sniper americano"
"Boyhood"
"O grande hotel Budapeste"
"O jogo da imitação"
"Whiplash"
Melhor documentário
"O Sal da Terra"
"CitizenFour"
"Finding Vivian Maier"
"Last days"
"Virunga"
Melhor canção
"Everything is awesome", de Shawn Patterson ("Uma aventura Lego")
"Glory", de John Stephens e Lonnie Lynn ("Selma")
"Grateful", de Diane Warren ("Além das luzes")
"I'm not gonna miss you", de Glen Campbell e Julian Raymond ("Glen Campbell…I'll be me")
"Lost Stars", de Gregg Alexander e Danielle Brisebois ("Mesmo se nada der certo")
Melhor trilha sonora
Alexandre Desplat ("O grande hotel Budapeste")
Alexandre Desplat ("O jogo da imitação")
Hans Zimmer ("Interestelar")
Gary Yershon ("Sr. Turner")
Jóhann Jóhannsson ("A teoria de tudo")
Melhor roteiro original
Alejandro G. Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris Jr. e Armando Bo ("Birdman")
Richard Linklater ("Boyhood")
E. Max Frye e Dan Futterman ("Foxcatcher")
Wes Anderson e Hugo Guinness ("O grande hotel Budapeste")
Dan Gilroy ("O abutre")
Melhor roteiro adaptado
Jason Hall ("Sniper americano")
Graham Moore ("O jogo da imitação")
Paul Thomas Anderson ("Vício inerente")
Anthony McCarten ("A teoria de tudo")
Damien Chazelle ("Whiplash")
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