REVIEW DOCTOR WHO S09E05 - THE GIRL WHO DIED

E se você descobrisse que a morte é uma habilidade?

PODCAST #18 - POR QUE ASSISTIR DOCTOR WHO ♥

Aqui discutimos sobre o porque Doctor Who, considerada a série mais antiga viva deve ser assistida. Vamos ouvir?

CRÍTICA AO FILME: PERDIDO EM MARTE

Que tal dar uma espiada na nossa mais nova crítica?

CRITICA DO LIVRO: ATÉ O FIM DA QUEDA

Que tal parar pra ler um pouco de literatura nacional fantástica?

SEMANA DO TERROR

Gostosura ou travessura? Essa semana trazemos nada mais nada menos que calafrios de te tremer a espinha. Que tal dar uma olhada em nossas travessuras diárias? Clica vai!

domingo, 18 de janeiro de 2015

Crítica 2ª temporada de House of Cards

“Bem vindo de volta” é a frase que Frank Underwood diz e que mais sintetiza a segunda temporada dessa série espetacular. Uma temporada que tem um primeiro episódio digna de todas as premiações possíveis, não vem de brincadeira. Uma “pena” ter como adversário o impecável episodio Ozymandias de Breaking Bad pela frente, possivelmente o melhor episódio já feito para uma série de TV.
 A volta a Washington começa bem de onde houve o fim da primeira temporada. A corrida dos Underwood já faz o telespectador abrir um sorriso, pois sabe que muitas coisas ainda virão. A série continua num nível de roteiro brilhante. Cenas um pouco mais arriscadas na sua direção também poderão ser vistas e que elevam ainda mais o nível da direção, já muito elogiada em seus 13 primeiros episódios. As atuações parecem que atingem patamares ainda maiores. Kevin Spacey tem cenas tão geniais e memoráveis que me fizeram aplaudir de pé em alguns momentos. Robin Wright parece que se sente ainda mais a vontade como Claire e com o aumento da participação da atriz nos faz descobrir mais segredos da personagem. As adições de personagens secundários também colaboram muito para o andamento do enredo e conhecimento de estratégias dos protagonistas.
 Nessa segunda temporada é possível haver ainda mais relações de admiração e ódio por Frank, ainda mais depois do desenrolar dos acontecimentos do fim da primeira temporada. Com os demais personagens também sentimos o mesmo, mas com o protagonista do seriado a situação se torna ainda maior.
 Os erros desses outros 13 episódios são bem parecidos. A trilha sonora, apesar de um pouco melhor, continua bem apagada e essa poderia ser de total importância em alguns momentos chaves. A fotografia continua com sua irregularidade que chega até em certos momentos tirar o clima das cenas. Mas, o ponto adicional a falhas dessa temporada vai para quantidade excessiva de subtramas que em certos momentos atrapalha na percepção da série. O grande problema também nesse meio são que essas subtramas são comandadas por atores, em certos momentos, não tão bons ao nível dos dois personagens principais, o que tira até um pouco do interesse nessas situações.
 No mais, House of Cards tem uma segunda temporada que mantém magistralmente o nível da primeira e tem em seus 1º e 13º episódios não só os melhores da temporada, como os melhores do seriado, até agora. O grande finale faz o telespectador estar tão envolvido que esse aplaude a cena naturalmente.
Com isso, percebe-se que com muitos mais acertos do que erros, House of Cards se mantém como uma das melhores séries da atualidade e devia ser extremamente bem observada para os apreciadores dos seriados de televisão.

Nota: 9,2/10


sábado, 17 de janeiro de 2015

Crítica Whiplash

Sempre que filmes na qual a música é muito utilizada aparecem, minha atenção vem a tona para estes. Com Whiplash não é diferente, mas o longa se difere na sua maneira de contar sua excepcional história. Essa película conta a história de Andrew (Miles Teller), que é um jovem baterista e sonha em marcar seu nome na música, como seus grandes ídolos. Após conseguir entrar para a turma principal da melhor escola de música dos Estados Unidos, Andrew terá pela frente seu professor, Terence Fletcher (J.K. Simmons), que possui métodos abusivos para buscar o máximo de seus alunos.
 Os pontos positivos de Whiplash não param. A começar pelas atuações. Todas estão muito bem feitas e realizadas, mas o grande destaque vai para J.K. Simmons que atinge níveis absurdos. Outro lado extremamente positivo é a direção de Damien Chazelle. O filme tem uma consistência maravilhosa e as cenas em closes muito grandes são extremamente perfeitas. Além disso, a fotografia ajuda constantemente a contar a história. As cenas com o plano mais escuro demonstram uma tensão e quando mais claro demonstram certa “alegria” do protagonista. Isso tudo é encaminhado pelo roteiro perfeitamente realizado.
 Um ponto a parte são as músicas e a trilha sonora. Para os fãs de Jazz, o filme é um prato cheio, mas mesmo para os que não são fãs desse estilo, a película prende atenção nas partes musicais sempre. A trilha sonora compõe perfeitamente as cenas e se encaixa sempre que utilizada.
Outro grande ponto de destaque são os últimos 40 minutos. Esses que vão de nervosismo do espectador até o fade out final espetacular, que faz qualquer um querer aplaudir. O grande final é realmente algo espetacular, de deixar qualquer amante do cinema boquiaberto e estupefato.
Mais dois grandes aspectos a serem adicionados são a edição e a montagem. Essas duas fazem só elevar em grandes passos o nível do filme e compões extremamente bem todas as cenas. Desde Andrew treinando em sua bateria até as realizações em competições.
Whiplash é um dos melhores filmes vistos nos últimos anos. Contando uma história de como uma pessoa deve se esforçar em busca dos sonhos, esse longa será de fácil identificação com qualquer um.  Com uma mistura de atuações geniais, um roteiro primoroso, uma trilha perfeita e mais outros atributos extremamente bem executados, essa obra do cinema prende a atenção do espectador do primeiro segundo até seu último. Se Boyhood era meu grande xodó para o Oscar esse ano, foi jogado de lado por essa grande obra-prima.

Nota: 10/10

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Dica do Ultraboy Nº1



Por Ultraboy: https://twitter.com/Raphixxx


Conhecido como uma das grandes séries de ficção científicas já feitas no Japão. Ultraseven estreou na Tokyo Broadcasting System (TBS) em 1º de outubro de 1967. A última em que o diretor de efeitos especiais Eiji Tsuburaya trabalhou. Ele também esteve presente na direção de efeitos do primeiro Godzilla de 1954. Até criar a Tsuburaya Producions, onde criou a franquia Ultraman, que até hoje produz sagas da família Ultra.


Ultraseven continuou a tradição de Ultraman, onde um super herói gigante batalha contra monstros estranhos e alienígenas, no entanto, o que fez este seriado ser um diferencial foi o drama sério de ficção científica e o desenvolvimento dos personagens (comparável à série Star Trek original). Em alguns episódios, Seven faz um aparecimento breve, em outros ele tem batalhas um tanto curtas (muito parecidas com um duelo de samurai), e em outros episódios ainda ele tem de enfrentar uma frota inteira de OVNIs (ao invés dos monstros gigantes habituais e alienígenas semanais).

Em termos de argumento, Ultraseven não difere tanto das outras séries Ultra. O poderoso herói é um guerreiro denominado Agente 340, vindo do planeta Ultra, da Nebulosa M-78, o mesmo de Ultraman. Ultraseven é considerado o maior guerreiro da Estrela Ultra e vem à Terra na qualidade de observador. Mas, decide ficar para defendê-la e adota uma forma humana para se resguardar. Ultraseven passará a proteger o planeta, substituindo o Ultraman original, já que a Terra não tinha mais um guardião contra as ameaças de invasões de monstros espaciais.

Capítulos para download: http://www.tokushare.com.br/seriadoHistorias/view/155



domingo, 11 de janeiro de 2015

10 filmes mais aguardados do ano

Para começar o ano, nós do Senta aí que já vem história decidimos fazer uma lista com os 10 filmes que mais esperamos nesse ano nos cinemas. Logo abaixo falaremos o porque de nossas expectativas para esses longas com suas datas de lançamento. Vejam!

Data de lançamento: 16/07/2015

10º- Pan

O novo longa de Joe Wright procura na conceituada história infantil de Peter Pan uma nova abordagem. Pan dessa vez procura mostrar um pouco da vida do menino que nunca envelhece no orfanato. Onde é sequestrado, junto com outros órfãos de guerra pelo feroz Barba Negra, estrelado por Hugh Jackman. O vilão leva as crianças para o mundo mágico da Terra do Nunca, onde elas são submetidas a trabalhos forçados. Porém, Peter conhece pessoas e criaturas fantásticas, incluindo a indomável Tiger Lily (Rooney Mara) e a versão mais nova e tranquila daquele que um dia viria a se tornar o Capitão Gancho (Garrett Hedlund). "Meu querido Peter, eu espero pelo dia em que eu poderei voltar para você e explicar tudo. Você é extraordinário. Mais do que você pode imaginar. Eu prometo que você irá me ver novamente neste mundo ou no outro". Como não amar? Eu vou ver PAN no cinemas e vocês?

Data de lançamento: 16/07/2015

9º- Caminhos da Floresta 

Um dos longas com uma das premissas mais diferentes dos últimos anos promete ser chamar a atenção positivamente da crítica e do público aqui no Brasil, como fez nos Estados Unidos. Outro grande chamativo do filme são as indicações para as grandes premiações. A direção de Rob Marshall, do maravilhoso e ganhador do Oscar Chicago, parece vir com grande destaque positivo para os cinéfilos de plantão. Sorte nossa é que no final de janeiro já teremos em cartaz nos cinemas brasileiros. 

Data de lançamento: 29/01/2015

8º- Homem-Formiga

Sempre que um novo filme da Marvel Studios é anunciado, nerds do mundo todo já tem seu ingresso garantido em cinemas mais próximos. Com Homem-Formiga não é nada diferente. Com uma das produções mais conturbadas do estúdio, devido a troca da direção de Edgar Wright por Peyton Reed e também devido a vazamentos de possíveis teasers a 2 anos, o longa promete trazer um estilo um pouco diferente do empregado pela Marvel. A comédia não deve ser tão forte igual em outros filmes, dando assim maior destaque para as cenas de ação. Apesar disso tudo, a espera continua e continuará alta até o seu lançamento.

Data de lançamento: 16/07/2015 

7º- Jurassic World

Está de volta o Parque dos dinossauros, agora aberto ao público a ficção científica se passa no cenário do primeiro grande longa franquia, a ilha Nublar. Vinte e dois anos após os acontecimentos em Jurassic Park, foi inaugurado um novo parque, realizando o sonho de John Hammond. Agora as pessoas podem conferir shows acrobáticos com os dinossauros e até mesmo fazer passeios bem próximo a eles, já que agora estão domesticados. Entretanto, a equipe chefiada pela doutora Claire (Bryce Dallas Howard) passa a fazer experiências genéticas com estes seres, de forma a criar novas espécies. Uma delas logo adquire inteligência bem mais alta dos que as demais, tão logo se tornando uma grande ameaça para a existência humana. O filme também é estrelado pelo ator Chris Pratt que fez o sucesso de bilheteria como o Guardião das estrelas em Guardiões da Galáxia. Hora de se aventurar!

Data de Lançamento: 11/06/2015

6º- Divertida Mente

Quando um novo filme da Pixar é anunciado, pessoas de todo o mundo já abrem o olho do que pode vir. Investindo em um novo filme, que não seja continuações, desde Valente, o estúdio promete chegar com uma das grandes animações dos últimos anos. Roteirizado por Pete Docter, roteirista de “apenas” Toy Story 1 e 2 e Monstros S.A., o longa tem uma das histórias de animações mais diferentes já vistas. Bem, resta segurar as expectativas e aguardar.

Data de lançamento: 02/07/2015

5º- Big Eyes


Baseado numa história real da pintura Magaret Keane, interpretada por Amy Adams. O drama dirigido por nada mais nada menos que Tim Burton, onde conta a minuciosa trajetória de uma das artistas mais comercialmente rentáveis dos anos 1950 graças aos seus retratos de crianças com olhos grandes e assustadores. Defensora das causas feministas, ela teve que lutar contra o próprio marido no tribunal, já que o também pintor Walter Keane, estrelado por Christoph Waltz, no qual afirmava ser o verdadeiro autor de suas obras. A complexa trama possui aspectos surreais, que valem a conferida nas telonas por mais uma obra de Tim Burton.

Data de lançamento: 29/01/2015

4º- Mad Max: Fury Road

Tom Hardy está encarregado de viver Max Rockatansky, papel antes pertencente a Mel Gibson na trilogia Mad Max. Com um trailer de deixar qualquer telespectador roendo suas unhas para ver o longa inteiro, Mad Max A Estrada da Fúria promete muita ação e aventura no deserto. Agora vemos um Max um pouco mais jovem em um futuro apocalíptico instalado. Nosso guerreiro das estradas deve resgatar um grupo de garotas envolvidas em uma guerra mortal, iniciada pela Imperatriz Furiosa, vivida pela atriz Charlize Theron. 

Data de lançamento: 21/05/2015

3º- Birdman

Depois das várias indicações a premiações em todo o mundo, Birdman começou a chamar atenção dos cinéfilos de plantão. Um filme que promete ser uma das grandes comédias desse ano e com uma atração a mais ao falar sobre super-heróis. Com a direção de Alejandro González Iñárritu, que dirigiu o maravilhoso “Amores Brutos”, o longa promete estar na briga da grande premiação do Oscar desse ano. 

Data de lançamento: 29/01/2015

2º- Star Wars: Episódio VII - O despertar da força

Finalmente a espera está chegando ao fim! O final do ano aguarda um dos lançamentos mais esperados dos últimos anos, principalmente após o épico trailer, que levará nerds do mundo à loucura no cinema. A direção de J. J. Abrams parece ter se encaixado como uma luva para a nova trilogia que irá por vir. Depois da recepção negativa dos fãs e da crítica pelos últimos 3 filmes, essa nova saga que está surgir vem prometendo agradar de uma forma gigantesca todos os fãs dessa amada franquia. E uma pergunta: Dezembro já chegou? 

Data de lançamento: 17/12/2015

1º- Os Vingadores 2: A era de Ultron

No dia 30 de Abril desse ano de 2015 estaremos vislumbrando mais uma empreitada dos heróis mais famosos da Marvel no cinema. Essa data é brasileira, portanto, sabe-se que o longa será lançado aqui no país primeiro. Enquanto nos EUA o filme tem data marcada para o dia 1º de Maio. Com o sucesso dos vingadores nas telas, o trailer do segundo filme atraiu ainda mais os olhares tanto dos fãs dos quadrinhos como os não fãs.  Para os não fãs somente o fato do ator Robert Downey, Jr ainda trajar a armadura de Homem de Ferro já é motivo mais do que suficiente. E para os fãs o fato de utilizarem um vilão tão icônico das HQs e ainda ter a chance de ver a Hulk Buster em cena comprova a animação para assistir toda a trama. E enfim, nos preparar para o futuro de uma Guerra Civil que virá. Então AVENGERS ASSEMBLE!

Data de lançamento: 30/04/2015



sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Primeiras impressões Agent Carter

A Marvel Studios vem a cada ano apresentando novas produções e, assim, Agent Carter aparece como a mais nova apresentação desse estúdio. A série gira em torno da personagem Peggy Carter (Hayley Atwell) e de sua volta ao lar após a 2ª guerra mundial e a grande perda de seu amor, Steve Rogers. Peggy trabalha para SSR (Reserva Cientifica Estratégica, em inglês) e precisa dividir entre seu real trabalho e missões secretas enviadas por Howard Stark.
 O seriado começa com alguns bons pontos positivos. As atuações são muito boas e conseguem elevar o nível do seriado. Outro fator bem interessante é a fotografia, que sempre vai revelando novas características dos personagens, através do uso das imagens e de cores. Além disso, algo bem interessante é a grande menção a personagens e easter eggs do universo Marvel nos cinemas. Isso levará muitos fãs ao delírio. Mais um ponto bem interessante é o comportamento da personagem principal sob o machismo existente naquele período. A protagonista sempre se mostra muito superior taticamente e em combate aos outros agentes, mas é quase sempre rechaçada. Apesar disso, as repostas de Carter a esses comportamentos é muito bem feita.
 Apesar de todos esses lados positivos, a série não deixa de errar em certos momentos. A começar pela direção muito inconsistente e com trocas extremamente rápidas e desnecessárias em cenas de diálogo. Adicionando a isso, a direção nas cenas de ação deixa a desejar, mas elas acabam sendo em alguns momentos boas pelas excelentes coreografias. Além disso, o roteiro não é tão forte quanto parece querer almejar. Ele traz uma continuidade um pouco confusa, na qual o espectador tem que entender bem rápido a continuísmo dos acontecimentos.

Afinal, Agent Carter vale a pena ou não? Como é uma série em seu início, Agent Carter ainda pode melhorar com o tempo em seu roteiro, mas o seriado no geral agrada bastante logo de cara. Os fãs de quadrinhos e dos filmes não se decepcionarão e os episódios que, apesar de não serem excelentes, são bem interessantes e eu recomendo a todos acompanharem.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Crítica: A Entrevista

Por UltraBoy: https://twitter.com/Raphixxx



Vou ser sincero, quando meus amigos me convidaram para assistir ‘A entrevista’ não achava que me divertiria tanto, mas acabei tendo uma deliciosa surpresa e alguns minutos de boas risadas. A mais nova comédia de Seth Rogen nos traz um tema polêmico, o que para muitos soou com uma badalada desrespeitosa no meio midiático, no que diz respeito a tratar diretamente com a Coréia do Norte. Dentre as muitas comédias que já produziu e atuou Seth Rogen certamente percebeu o quão desafiador fazer esta dar certo seria. Mas, ainda assim a fez.
Ao lado de James Franco, Rogen procura pela entrevista capaz de levar seu programa a audiência perfeita. As piadas com genitálias são o ponto forte do longa, que não perde nenhuma chance de dar ao público uma boa dose de diálogos nerds e cenas com teor sexual. A condução do filme é “desastrosa”, no fato de que a cada nova cena os protagonistas caminharem rumo ao desastre. Logo nos primeiros minutos seus olhos o farão grudar na tela pela presença de algumas celebridades marcando presença no filme. Como o rapper Eminem.
A chance de um furo que poderá trazer uma audiência esplendorosa cai nas mãos de Rogen, quando recebe um telefonema da Coréia do Norte, onde exige sua presença e principalmente a de Dave (O apresentador), no qual Kim Jong-un é um enorme fã de suas entrevistas. No entanto, tomando conhecimento disso o governo americano força os dois a aproveitar a oportunidade para liquidar o líder norte coreano. Então dá-se início a aventura, onde dois jornalistas vão até a Coréia do Norte para matar o líder local.
O enredo transcorre através das surpresas e das descobertas feitas pela dupla em solo até então desconhecido pelos americanos e pelo resto do mundo. O que lembra em alguns aspectos “Top Secret”, uma comédia cult de 1984 com o trio David Zucker, Jim Abrahams e Jerry Zucker, em que o roqueiro vivido por Val Kilmer peregrina até a Alemanha Oriental. Se as intermináveis piadas com genitálias não são atrativo suficiente tente a cena em que o filme de Rogen sugere que o ditador seria visto por seus conterrâneos como um Deus que “não tem ânus porque não precisa”.
‘A entrevista’ é tão encharcado de um etnocentrismo ao ponto de sua estupidez ter um nível de divertimento ideal. Com um atrevimento, que somente o americano sabe fazer em pôr o destino do país nas mãos de dois patetas, mas hilário mesmo é o fato de Kim Jong-un adorar Katy Perry - Firework e beber margarita por achar que vão tachá-lo de gay.  

Um humor, que não dispenso é o humor nerd, e quando ele vem recheado por um tema político em que eu possa me deliciar pelos flertes no estilo ‘bromance’ é ainda mais bem vindo. Ou seja, que venham mais comédias de Seth Rogen sobre perdedores, azarados e adoravelmente estúpidos.



Dica da Zekken no.1

Por Zekken: https://twitter.com/julg123

Chotto, minna! Hoje trarei pra vocês uma indicação de mangá. :B
Comecei a lê-lo no fim do ano passado e percebi que ele tá ficando bastante popular nessas últimas semanas. Se chama Orange (não,não é do tipo orange) e está sendo escrito/desenhado pela mangaka Takano Ichigo.


O anime conta sobre uma garota chamada Takamiya Naho, uma estudante que, um belo dia, recebe uma carta que seria supostamente enviada por ela mesma 10 anos no futuro. Esta carta fala sobre o encontro dela com um garoto chamado Naruse Kakero, um garoto transferido de outra escola que acaba por sentar-se ao lado dela, e como ele vai mudar a vida dela.
Prefiro não contar mais nada da plot além disso pra vocês ficarem mais curiosos. :v
[ISSO TUDO TEM NO PRIMEIRO VOLUME DO MANGÁ,NÃO TEM SPOILER]
Enfim, o mangá está nos gêneros shoujo, mistério, drama, slice of life e romance. A arte me lembra muito a de Ao Haru Ride, muitas aquarelas bonitas traço delicado, limpo e um pouco mais arredondado. Além da arte, outro ponto forte do mangá são as lições de vida que vemos com o passar das experiências da Naho-chan enquanto ela vai recebendo as cartas, além da parte kawaii de ser um shoujo. Aproveitem que tá no começo, só tem 2 volumes lançados!
Fica aqui a dica, minna-san! <3

Leia o mangá em inglês AQUI: http://www.mangahere.co/manga/orange_takano_ichigo/
Ou em português AQUI: http://centraldemangas.net/mangas/info/orange

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

74 anos de Hayao Miyazaki

Por Zekken: https://twitter.com/julg123

No dia de hoje temos um aniversariante mais que especial, um verdadeiro gênio no mundo da animação: Hayao Miyazaki.



Nascido no bairro de Akebono, em Tokyo, Miyazaki teve uma infância bastante movimentada devido à Segunda Guerra, que o fez mudar-se diversas vezes não apenas de residência como também de escola. Seu primeiro contato com a animação foi em sua última mudança, quando em 1958 assistiu o primeiro filme animado do Japão, Hakuja Den (Yabushita Taiji), produzido pela Toei Animation. Mesmo estando muito interessado nos desenhos, formou-se em Economia pela Universidade de Gakushuin. Apesar do curso, ainda dentro da faculdade manteve-se próximo dos desenhos por participar de um clube dedicado a pesquisa de literatura infantil, basicamente estudando quadrinhos. Então, após a faculdade, conseguiu um emprego na Toei Animation, onde trabalhou como animador e animador chefe durante 8 anos. Saindo da Toei, ele pôde viajar para diversos países, principalmente da Europa. Ampliando seus horizontes, Miyazaki aproveitou suas viagens para buscar inspiração e criar cenários mais ricos para suas estórias.

Seu primeiro grande sucesso com um filme de animação teve origem de um mangá escrito pelo próprio Miyazaki, se chama Kaze no Tani no Naushika, ou simplesmente Nausicaa do Vale do Vento. Um grande triunfo como primeira produção, possibilitando Hayao a abrir seu próprio estúdio com os lucros que obteve, o Estúdio Ghibli. Daí vieram Laputa: o Castelo no Céu, Meu vizinho Totoro, Serviço de Entregas da Kiki, Porco Rosso, Princesa Mononoke e outras produções. Mostrando como características marcantes estórias que envolvem aviação/voo, cenários com uma incrível arte de detalhamento e simbolismo, ecologia e enredos em que não se fizeram necessários vilões, apenas personagem que cometem erros e trazem personalidades explicáveis, sensíveis e empáticos; contando ainda com lições de vida e aprendizados enriquecedores.
 Em 2003, teve sua primeira produção do século XXI premiada com o Oscar de Melhor Animação, A Viagem de Chihiro. Lançou ainda sucessos como O Castelo Animado, Ponyo e Vidas ao Vento (que o fez concorrer ao Oscar e ao Globo de Ouro novamente em 2013). Em 2014 ainda recebeu um Oscar Honorário por sua contribuição para a indústria cinematográfica.
Miyazaki se mostra único principalmente pelo fato de que, em toda sua carreira, apesar da evolução de efeitos especiais que as animações em 3D mais recentes vêm exibindo, seus filmes foram todos desenhados à mão e feitos tomada por tomada no papel. Uma vez questionado sobre tal preferência, quando anunciou (mais uma vez) sua aposentadoria após o lançamento de Vidas ao Vento, ele disse: “Quando vejo pessoas trabalhando em computadores para criar animação é como assistir algo mágico acontecer. Mas eu sempre viro de costas e volto para o lápis e o papel.”. É como prefere, é como sempre fez e é como nos trouxe o que há de mais belo enquanto diretor, criador e artista.
Nós da equipe do Senta aí que já vem história, parabenizamos este grande mestre neste dia tão especial. Domo arigato, Miyazaki-sensei.  

sábado, 3 de janeiro de 2015

Novo jogo baseado no anime Sword Art Online é anunciado com data de lançamento para Março de 2015*

Por Zekken: https://twitter.com/julg123



Desde o dia 11 de Dezembro de 2014 a desenvolvedora Bandai Namco Games vem anunciando o lançamento do jogo: Sword Art Online – Lost Song. Esta é a terceira adaptação do anime para jogo e, diferente dos anteriores (Sword Art Online – Infinity Moment e Sword Art Oline – Hollow Fragment) terá como cenário o VRMMORPG ALfhein Online, que está incluído na série no final da primeira temporada e presente ao longo da segunda. 


Pelos vídeos disponíveis na página do YouTube da empresa, podemos ver cut scenes do jogo, avaliar os gráficos e ter uma noção da jogabilidade. Ele será do tipo role-play, podendo ser jogado tanto em single quanto em multiplayer (online). Prometendo também a possibilidade de voo livre pelo mapa do jogo e batalhas aéreas, além do fato de que o jogador poderá jogar com outros personagens além do Kirito (coisa que não era possível nos jogos anteriores). Na lista de personagens incluídos no jogo (ainda não confirmado se todos são jogáveis) temos:

                                                - Kirito                                            - Lisbeth
                                                - Asuna                                           - Sinon
                                                - Yui (NPC)                                     - Klein
                                                - Silica + Pina (NPC)                      - Agil
                                                - Leafa/Suguha                              - Yuuki




Contando também com os personagens não existentes no anime:

                                                   - Philia (apareceu antes em Hollow Fragment)

                                                   - Strea (apareceu antes em Hollow Fragment, NPC)

                                                   - Argo *NOVO*

                                                   - Seven *NOVO*
                                                   - Sumeragi *NOVO*
                                                   - Rain *NOVO*

Resumo da plot (via swordartonline.wikia.com ):
Chegando na nova hub city, o grupo de Kirito encontra uma aliança chamada Shamrock. Que apesar de ter como destaque o espadachim Sumeragi, o líder oficial e membro mais notável do grupo é Seven, aka Professora Nanairo Sharvin, uma aluna do MIT conduzindo pesquisas de sociedades virtuais através de redes on-line. Deparando-se com a “Rainbow Arshavin” que se diz ser o contraste entre a luz e trevas existente no mundo de ALfhein Online através do legado de Kayaba Akihiko. Desta maneira a nova aventura de Kirito começa.
[OBS: lembrando que os acontecimentos desse jogo são considerados não-canon, ou seja não influenciam na estória do anime; mesmo que se existisse, provavelmente estaria no arco Mother's Rosario.]


O jogo estará disponível para PS Vita e PS3, tendo uma versão especial para o PS Vita que inclui trilha sonora do jogo. Segundo um dos produtores, Futami Yosuke, foi decidido que teria a versão para PS3 para facilitar o acesso ao jogo aos públicos da Europa e América. O jogo será lançado oficialmente dia 26 de Março de 2015 no Japão*, para outros continentes será liberado um pouco mais tarde (provavelmente no segundo semestre de 2015 – ainda não confirmado).



Para mais informações deste jogo e outras produções, você pode conferir o canal da Bandai Namco (Japão) AQUI: https://www.youtube.com/channel/UCqly9F4Fr_jf2Y1Cy5hacRg?spfreload=10



Postaremos informações sobre preço, data de lançamento na América e outros assim que divulgados, não percam. :B




sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Crítica 1ª temporada House of Cards

Por Illúvatar: https://twitter.com/ClaudiogabrielJ



Desde que o Netlfix tem investido em seriados, muita coisa boa vêm aparecendo e com House of Cards não é nada diferente. Talvez o estopim dessa leva do Netflix, a série conta a história do deputado Frank Underwood, interpretado por nada menos que Kevin Spacey, em suas tramanhas em busca de maior prestígio e poder nos Estados Unidos.
 A série tem muitos pontos positivos. A começar pelo roteiro que, maravilhosamente, conduz o espectador pelas intrigas e alianças do congresso até os trabalhos investigativos de jornalistas e alianças com deputados em busca de notícias. O que torna mais interessante nesse fato é que sempre fica possível realizar paralelos com a política brasileira. Com diálogos inteligentíssimos e o recurso da quebra da barreira com o telespectador utilizado em situações perfeitas, a história nos leva de uma maneira bem cativante. Além disso, o desenvolvimento de todos os personagens é algo que deixa qualquer cinéfilo de olhos brilhando. Outro ponto extremamente positivo e a ser relevado são as atuações que, principalmente de Kevin Spacey e Robin Wright(na qual interpreta Claire Underwood), fazem a trama ficar bem mais interessante de se assistir. Não é a toa que os dois acima citados já foram indicados duas vezes ao Emmy e três vezes ao Globo de Ouro, com vitórias para Robin, já que Kevin tinha um certo Bryan Craston no caminho. As reviravoltas constantes são parte fundamental da trama que ainda torna a experiência um pouco melhor.
 Um fator extremamente relevante e magnífico do seriado também é sua direção. Esse papel que foi comandado por David Fincher(série produzida por esse também) nos primeiros dois episódios e que seu estilo, de uma forma até surpreendente, dita o ritmo dos diretores dos próximos capítulos. Outro fator que complementa ainda mais a excelente narrativa é a regularidade dos episódios, que se alternam entre muito bons e excelentes.
 Mas, não é só de elogios que vivem as produções audiovisuais e com House of Cards não é diferente. Um fator que pouco acrescenta a história é a trilha sonora, que se mostra bem mediana e nada que possa aumentar a tensão em alguns momentos e tornar o clima um pouco melhor. Outro fator a ser dito com crítica é a fotografia que se mostra irregular demais. Utilizada bem em alguns momentos, mas encaixa estranhamente em outros, essa se mostra não tão constante ou aproveitada para essa primeira temporada.
 Assim, é possível ver que House of Cards se mostra como uma das melhores produções em série da atualidade. Com alguns episódios que te deixam cair o queixo, como o season finale, até episódios que parecem não tão bons assim, como o segundo episódio, mas que adicionam papéis fundamentais à trama, o seriado mesmo com seus erros, deve ser visto, comentado, analisado e aclamado, não só pela critica, mas pelo público no geral, ao ver o nível que chegamos com a produção para a TV.


Nota: 9,4/10

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